Eu tou há dias pensando e repensando sobre o meu projeto de doutorado, sobre o que vou querer estudar exatamente. Como bem disse o Jairo, o meu projeto é pra uma enciclopédia, não pra uma tese de doutorado. E, óbvio, não pode ser assim.
Aí hoje no meio do workshop eu tive uns estalos. Comecei a rabiscar desenfreadamente umas idéias. Acho que finalmente tou no caminho certo. No final do evento, fui falar com o Jairo pra contar pra ele sobre as minhas idéias e ele disse que eu preciso transformar tudo em perguntas, baseadas no conjunto de dados que eu quero explicar, porque só assim a gente consegue organizar o projeto: há um conjunto de dados que colocam um problema, e a tese vai tentar responder essas perguntas. Tem também que tentar responder preliminarmente, ou seja, tem que ter hipóteses pra explicar os dados. É assim que se faz ciência.
Eu tô há alguns dias pensando e repensando umas coisas importantes da minha vida. Coisas que eu não tava esperando, mas que parecem estar acontecendo. Como dizem por aí, quando a gente fica esperando é que nada acontece mesmo. Distraídos venceremos, ou qualquer outra coisa que rime com isso. E, óbvio, comigo sempre foi assim.
Aí hoje no meio do workshop eu me toquei que não adianta ficar negando o inegável. Tá acontecendo e pronto. Espero estar no caminho certo, acho que aprendi a não me fazer de louca. Mas tenho um puta medo de errar. Tenho feito muitas, muitas perguntas, mais do que as regulamentarmente necessárias, pras quais não consigo não dar respostas, mas as respostas são estranhas, porque a base empírica é pouca, recente e estranha. Tá difícil organizar a coisa, acho que perdi a prática. Tenho uma hipótese, mas tou viciando os dados pro meu lado e isso é totalmente anti-científico.
Meanwhile, 200 páginas pra ler pra amanhã e Scorpions na cidade. Ah, as agruras da vida acadêmica...
Aí hoje no meio do workshop eu tive uns estalos. Comecei a rabiscar desenfreadamente umas idéias. Acho que finalmente tou no caminho certo. No final do evento, fui falar com o Jairo pra contar pra ele sobre as minhas idéias e ele disse que eu preciso transformar tudo em perguntas, baseadas no conjunto de dados que eu quero explicar, porque só assim a gente consegue organizar o projeto: há um conjunto de dados que colocam um problema, e a tese vai tentar responder essas perguntas. Tem também que tentar responder preliminarmente, ou seja, tem que ter hipóteses pra explicar os dados. É assim que se faz ciência.
Eu tô há alguns dias pensando e repensando umas coisas importantes da minha vida. Coisas que eu não tava esperando, mas que parecem estar acontecendo. Como dizem por aí, quando a gente fica esperando é que nada acontece mesmo. Distraídos venceremos, ou qualquer outra coisa que rime com isso. E, óbvio, comigo sempre foi assim.
Aí hoje no meio do workshop eu me toquei que não adianta ficar negando o inegável. Tá acontecendo e pronto. Espero estar no caminho certo, acho que aprendi a não me fazer de louca. Mas tenho um puta medo de errar. Tenho feito muitas, muitas perguntas, mais do que as regulamentarmente necessárias, pras quais não consigo não dar respostas, mas as respostas são estranhas, porque a base empírica é pouca, recente e estranha. Tá difícil organizar a coisa, acho que perdi a prática. Tenho uma hipótese, mas tou viciando os dados pro meu lado e isso é totalmente anti-científico.
Meanwhile, 200 páginas pra ler pra amanhã e Scorpions na cidade. Ah, as agruras da vida acadêmica...
Nenhum comentário:
Postar um comentário