terça-feira, 26 de agosto de 2008

O que há de novo

Acabo de perceber que esse ano eu já fui duas vezes pro Uruguai. É encostado no Brasil, mas ainda assim conta como exterior, certo? Então esse ano eu fui duas vezes pro exterior! Me sinto uma pessoa muito melhor agora... rs

No mais, surtando muito pra acabar de lavar todas as roupas, arrumar mala, fazer poster, plotar poster, buscar lente, escrever paper e etcéteras, tudo antes de embarcar pra dez dias em Curitiba amanhã às seis da tarde. Deus me defenda!

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Wishful thinking

Será que rola uma parrillada no bandejão amanhã?

domingo, 24 de agosto de 2008

Parênteses sobre a vida

Lembram como eu sempre sei das coisas? Que eu sempre acerto o que vai acontecer?

Pois é. Eu continuo sempreacertando. 

sábado, 23 de agosto de 2008

Bienal

Sei que eu tou devendo relatos mais consistentes sobre Montevideu, mas preciso abrir um parênteses de assunto pra contar que apesar de todo o cansaço da viagem, eu e a Sá encaramos a Bienal hoje. Maravilhosa! Imensa, muita gente, muitos estandes de livrarias e editoras fantásticas. Destaque absoluto pra Irmãos Vitale, que edita partituras musicais. Quase surtei quando vi. Vi também o Mauricio de Sousa, meu ídolo da infância, e o Chico Anysio. Mesmo cansadas, acabamos saindo do Anhembi às nove da noite, e sem conseguir ver tudo!

Mas a experiência mais intensa e sublime foi estar perto do Ziraldo. As duas horas e meia de fila mais cheias de expectativa da minha vida - e as que mais valeram a pena a espera também. Comprei "Jeremias, o Bom" pra ele autografar pra mim. Fiquei o tempo todo da fila pensando o que eu ia dizer pra ele: que ele é um ícone da minha infância, que eu amo ele, que a minha mãe ama ele, que eu adoro "História de dois amores", "O joelho Juvenal", "Rolim", "Flicts" e "O menino maluquinho", que as anedotinhas do Bichinho da Maçã fizeram parte da minha alfabetização, que eu coloquei um trecho do Maluquinho na epígrafe da minha dissertação... Gente, chegou na hora eu fiquei tão, mas tão emocionada, que nem consegui dizer nada disso. Ele ficou puxando assunto comigo e com a Sá, falando do filme da Audrey Hepburn pra ela, eu comentei que adoro o filme, etc e tal. Um chuchu, ele, um docinho, muito simpático. Aí ele autografou meu livro fazendo uma mãozinha segurando a flor do Jeremias e escreveu "Para Leonor, com uma flor!" e disse "Rimou!". Pedi se eu podia dar um abraço nele, abracei ele bem forte, dei um beijo e disse "muito obrigada por tudo, obrigada por existir". Saí de lá secando as lágrimas, quase molhei o colete dele com elas. Tou emocionada até agora.

Quebrando as minhas regras de não colocar fotos no blog, deixo aqui uma do momento sublime que eu nunca mais vou esquecer: eu nos braços do fantástico Ziraldo! 

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Volver

Voltamos hoje. Tou exausta. E nostálgica.

Outra hora volto aqui descansada e com calma pra contar algumas coisas das muitas que aconteceram e valem a pena ser compartilhadas. Por hora, só um protesto: QUERO VOLTAR PRA MONTEVIDEU!

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Montevideu news

Passando aqui pra contar que Montevideu é linda e já tou com nostalgia daqui antes mesmo de ir embora. Apaixonada pela cidade! E pela vasta concentraçao de homens lindos, interessantes e simpáticos por metro quadrado - inclusive na ALFAL. Micos, muitos micos lingüísticos tentando falar espanhol, mas pelo menos eu tento. Boas surpresas, amigos de longe que apareceram por aqui. Feliz, feliz, feliz!

sábado, 16 de agosto de 2008

Dia do solteiro

Comemorei rodeada de testosterona, ajudando meus queridos amigos a comprarem roupas pra ficarem bem bonitos pras mulheres deste mundão de Deus.

E eu, meu Deus, como é que fico?
:oP

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Ai!

Que preguiça de ficar falando das mesmas coisas... Eu prevejo, elas acontecem, e eu nem tchuns de querer falar mais sobre elas. Acaba que eu sempre sei, mas isso eu já sei.

Preparativos pra Montevideu a partir de amanhã ceeeeedo. Muita coisa pra fazer. Se eu sumir mais do que já ando sumida, não estranhem.

sábado, 9 de agosto de 2008

Manchete do ClicRBS

Grêmio goleia o Atlético-MG e fatura o primeiro turno do Brasileirão!!!

Não consegui escutar o jogo online por uma série de problemas técnicos, mas acompanhei o minuto a minuto do Clic. Fiquei tri feliz, esse time ultimamente só me dá orgulho!

Tou orgulhosa de mim também, passei o dia todo estudando ontem e hoje, e amanhã vai ser igual. Tou com pique, ainda não tou vendo a luz no fim do túnel da minha análise, mas tou andando, isso que importa.

Muita coisa vai mudar daqui pra frente...

A mais perdida

Tou tão enfiada em estudar nesses últimos dias que hoje acordei crente que era domingo. Até tirei com a cara do comunicador da Kiss que falou "hoje sábado, nove de agosto, bla bla bla".

Que patético ¬¬

De sonhos malucos e sonhos malucos

Noite passada sonhei com um show do Tom Waits. Show "íntimo", teoricamente aqui em Sampa, num lugar pequeno que nem palco tinha, Mr. Waits tocava ao rés do chão mesmo. Era uma casa com janelas enormes e um megaquintal, e o show era como se fosse na sala e o ingresso pra estudante custava míseros cinco reais. O Diego, é claro, tava lá, e a gente curtia o show juntos. Tinha mais gente conhecida, lembro de ver o Tigrão e os meus pais, entre outros; aliás, eram quase todos conhecidos, acho que o show acontecia numa festa particular ou alguma coisa do tipo. Fui checar no site dele se existe alguma chance de o meu sonho se realizar em breve, mas pelo visto infelizmente Mr. Waits não vem pro Brasil tão cedo. Queria era saber de onde saiu esse sonho, afinal faz tempo que eu não escuto Tom Waits um dia inteiro sem intervalos comerciais.

Saiu hoje a programação da ALFAL, finalmente. Confesso que na hora rolou um pequeno desapontamento, mas depois me dei conta que às vezes eu sonho alto demais (pra não dizer que eu viajo na maionese), e que as chances de tudo (ou mesmo apenas a ínfima parte que eu podia confirmar olhando a programação) sair conforme os meus sonhos dourados era da mesma proporção de rolar um show do Tom Waits por aqui em breve, particular ou não. Mas como ultimamente eu ando preferindo dar o benefício da dúvida à tal da Lei da Atração, e já que pra sonhar não paga imposto mesmo... De qualquer forma, é uma pena. Mas vai ver tem mesmo coisas que foram feitas pra não serem resolvidas. E em se tratando de mim, essa vai ser só mais uma na lista.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Choveu.

E em meio aos raios e trovões eu me dei conta de uma coisa que eu não tinha me tocado ainda. Mais uma coisa que eu vou ter que lidar dentro de alguns dias. Mas atualmente acho que não tem muita coisa que eu não consiga encarar numa boa. Felizmente.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

... E tudo volta ao normal

Definitivamente, eu tava com saudades. De quase tudo.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Começando o segundo ano

Primeira aula do semestre. Meraldinha matou a pau. Sala bombando, muita gente, praticamente só os amigos queridos... y otras cositas mas, hehehe. Depois da aula fui conversar com um professor sobre um trabalho e a conversa acabou durando duas horas, foi muito legal. Foi legal rever os amigos, almoçar de galera no bandejão, fazer piadas de lingüista, relembrar Goiânia, planejar Montevideu e Curitiba... Enfim, voltar ao convívio acadêmico.

Fazendo minhas as palavras de um dos presentes, "eu tava com saudades disso aqui, desses momentos". Tou cada vez mais feliz.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

A saga do troco máximo

Ontem, chuva ou não chuva, fui passear com uma amiga de Campinas que tava por aqui. Nos encontramos aqui no shopping perto de casa, depois resolvemos ir pro Center 3 ver a feira de artesanato. Aí na hora de voltar pra casa eu tava sem crédito no bilhete único e tinha duas notas de 20 na carteira. Entrei no ônibus, alcancei uma das notas pro cobrador, e ele, sem nem olhar pra mim, murmurou "troco máximo dez reais". Eu fiquei com cara de pateta, achei que não tinha ouvido direito, lancei uma pergunta-eco pro cara e ele, no mesmo tom e de novo sem olhar pra mim, resmungou "troco máximo dez reais". Comecei a rir e disse "tá, eu só tenho uma nota de 20, que que eu faço, volto pra casa a pé?". "Ah, fala ali com ele" - ele, no caso, era o motorista.

Sim, queridos leitores, tive que pedir carona pro motorista! Que nem uma mendiga, como se eu não tivesse dinheiro pra pagar o bendito ônibus. Tava na pista desde cedo, vestidinho novo, salto, chuva, frio, e eu pedindo carona pro motorista do coletivo. Fiquei puta da cara, cheguei no condutor do veículo e falei "tá, e aí cara, eu só tenho vinte reais na carteira, o carinha ali me disse que o troco máximo é dez, e aí?". "Vai descer aonde, moça?", "na Angélica", "fica aí pela frente então".

Pois é. Eu desci pela frente. Nada contra, em princípio. O que me rachou a cara foi a humilhação de ter que pedir carona, porque um cobrador mal-educado que não deve comer ninguém há um bom tempo não se deu ao trabalho de ver se ele tinha ou não troco pra me dar. Antes de descer perguntei pro motorista, que era bem gente boa, desde quando isso era praxe, porque eu me lembro de já ter dado cinquentão no Butantã-USP e nem ter rolado cara feia do cobrador. Então agora a gente além de se preocupar em ter dinheiro pro ônibus ainda tem que se preocupar em ter notas baixas. Tem que comprar um chiclete antes de ir pro ponto de ônibus pra trocar o dinheiro.

Foi o que eu tive que fazer hoje de manhã. Acordei quinze pras cinco da madrugada, pra sair às seis, pra passar na padaria e comprar uma balinha pra trocar os vinte. Porque ontem de noite não consegui carregar o bilhete único em lugar nenhum, e não queria correr o risco de chegar atrasada na primeira monitoria do ano caso outro cobrador babaca não quisesse me dar troco pros vinte e me fizesse descer. Ainda pra piorar um pouco a situação, além do frio e do escuro na rua a droga da caixa da padaria também não trocou os meus vinte, porque a padaria 24 horas tava abrindo naquele momento (o que me levou a pensar se o conceito de 24 horas do dono da padaria é o mesmo que o meu). Tive que ir na loja de conveniência do posto de gasolina, e ai que o cara não trocasse meu dinheiro, porque eu tava soltando fogo pelas ventas de braba. Finalmente, às seis e vinte da manhã, eu consegui comprar as balas trident sabor canela que eu não tava precisando, gastando absurdos dois reais pra trocar meus vinte reais pra pegar o ônibus. Mas não vai ficar por isso mesmo. A SPTrans vai receber um e-mail meu no próximo final de semana comentando o fato, sim senhores. E, claro, na volta da USP recarreguei meu bilhete único.

domingo, 3 de agosto de 2008

Kung fu panda

Contrariando todos os meus instintos, fui ver. Legendado, pra ouvir o Jack Black. É legalzinho, não é a melhor coisa que a DreamWorks já fez, mas vale pelo entretenimento. Me deixou com água na boca foi o trailer do Madagascar 2, mas esse ainda vou ter que esperar um bom tanto.

Cheguei em casa e liguei o Maguila, como previsto. Mas não foi um big deal, só uma saudade normal. Só o sorrisão de sempre com a dancinha e o "everybody was kung fu fighting..." dele. Falta pouco pra grande prova de fogo.

Ai, que vontade de (re)ver Kill Bill pela trilionésima vez!

sábado, 2 de agosto de 2008

De volta ao semi-árido paulistano

Voltei quinta de manhã, no mesmo vôo da delegação do Santos, que tinha acabado de esmagar o coirmão em pleno Chiqueirão. Quase pulei no colo do Cuca na saída do aeroporto, mas a quantidade de câmeras e repórteres me intimidou um pouco. Ia falar com ele mesmo assim, de uma forma menos "empolgada", mas o celular dele tocou e aí perdi minha chance.

Um calooor de matar nessa cidade. Aquele céu brancão típico de quando fica mais de mês sem chover. Claro, eu vim trazer a chuva que tava fazendo todo mundo virar sapo em Porto Alegre, deve chegar hoje de tarde - porque eu vim de avião, mas ela veio pela BR 101.

Estou desde quinta colocando a casa em ordem. Hoje termino. Daí só fica faltando ir no supermercado fazer compras (os armários tão fazendo eco) e mandar fazer as lentes de contato. Hoje acho que vou ver a Lu, pegar um cineminha, ou jantar em casa e ver filme no dvd, ainda não sei. Mas antes disso, ainda tenho milhões de coisas pra fazer, então se me dão licença, vou ali terminar de descongelar a geladeira.