domingo, 30 de setembro de 2007

Mais do mesmo

Eu devia contar pra vocês como foi legal o GT. Como, apesar de a gente não ter ido pra balada, eu me diverti loucamente. Como eu encontrei um monte de gente de quem eu tava com muita saudade. Como eu tava toda sorrisos quinta e sexta, apesar das expectativas duplamente frustradas.

O problema é que uma das expectativas frustradas virou água (lágrimas, literalmente) ontem de noite. Chorei a noite toda, dormi até as cinco da tarde pra ver se passava. Não passou. Tentei escrever. Escrevi. Mandei. Não passou. Tentei comer, trabalhar, ver tv, tomar banho. Não passou.

Nem sei o que dizer. Tou muito triste e decepcionada. A covardia e a burrice humanas não têm limites. Como é que uma pessoa faz tudo errado e depois vem querer se lamentar porque as coisas saíram como saíram? Não faz sentido, né?

Que bom que vocês concordam comigo.

Raaaaaaaaaiva

Eu tenho tanta, mas tanta coisa pra dizer... Vocês não imaginam. Vai ficar fermentando aqui dentro até eu ter a chance de botar pra fora.

Sim. É quase só desaforo mesmo. Tô perdendo a elegância depois de velha. Azar de quem cutucou.

Aviso de amigo

Se ontem eu já tava com raiva, hoje eu tô mordendo.

Não me provoquem pelos próximos dias.

sábado, 29 de setembro de 2007

Random thought

Já que o Pai Mei morreu, preciso dar um jeito de contatar a Beatrix pra ela me ensinar a five-point-palm exploding heart technique.

To eliminate vermin. A kinda twisted Bill in my life.

Acredite se quiser

Tava voltando da pizzaria com o Rey, a pé, e vi uma pessoa com um porco na coleira!!!

Levando pra passear, que nem cachorro. Com roupinha e tudo.

Tudo bem que aqui é terra do Palmeiras, mas convenhamos... Tudo, TUDO tem limite.

Só pode ser piada

Minha sorte de hoje no Orkut diz: everything now will come your way.

Olha... depois dos últimos acontecimentos... só se for a mega-sena!

About those cowards

E então hoje de meio-dia eu resolvi passar a mão no celular e fazer mais uma tentativa de contatar uma certa pessoa. Aliás, a essas alturas já tava mais era querendo saber se tava vivo ou morto o moço.

Respondeu. Eu sabia que dessa vez respondia. Depois de um mês, respondeu. Tá vivo. E envergonhado. Trocamos algumas mensagens enquanto eu voltava de Campinas. Conversaremos um dia. Eu já vi tudo pelo tom. Nem vou dizer o que eu penso disso tudo, porque vocês vão ficar vermelhos.

Garanto que vocês ficariam vermelhos.

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Rescaldos de um GT

Campinas é sempre produtivo! Feio, mas produtivo. Lembranças existem, mas acho que foram suplantadas pela diversão dos últimos dois dias. Achei que teria novas lembranças emocionantes e fantasmas me perseguindo, mas não. Foi só diversão mesmo.

Outra hora eu comento melhor algumas ausências marcantes, eventos ainda incompreensíveis e quetais. Por enquanto, algumas fotos, o sentimento de pertinência a uma classe, e a curtição de estar com o Rey e a Sá!

Essa é "a Lara do blog da Leo":


Os mano pô e as mina pá a caminho de Campinas, planejando um empreendimento lingüístico revolucionário:


Party party party!


A melhor mesa-redonda do encontro:


Bah! Tava muito bom. Qualquer lingüista de boa teria se divertido muito. Outra hora conto mais.

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Que saco!

Corri o dia todo, a noite toda, e continuo correndo. Tô caindo de sono, não li nada pras aulas de amanhã, não fiz as unhas. Fiz um monte de coisas ultranecessárias, já que amanhã saio de manhã de mala e cuia prontas e só volto sábado sabe deus que horas, e com um hóspede a tiracolo. Nem comecei a preparar a apresentação do gt, o que significa que o laptop vai comigo pra Campinas, a contragosto. A louça da janta ainda tá na pia pra lavar. Tô cansada, já mencionei? E não vou dormir tão cedo, ao que me consta...

Mas o que mais me irrita disso tudo é que é claro que tudo vai se resolver em Campinas. Tudo tudinho. Se é que vai se resolver, claro. Puta pressão de apresentar, puta suspense (dois, na verdade)... Puta merda, isso sim!

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Bah

Foi o telefone tocar e eu dei um pulo na cadeira. Agorinha mesmo.

Não era. E eu decididamente não tou pronta pra nada.

Adiós, amigos!

A Rê e o Diego acabaram de ir embora. Muitas noites de UNO, champagne, vodca, caipirinha e etcéteras depois, se foram. A Rê, pra passar dez meses em Madrid; o Di, de volta pra Porto sozinho.

Foram dias felizes. Vou sentir falta, a casa ficou vazia. Tudo bem, amanhã de noite já tou indo fazer muvuca na casa da Sá, em Campinas, com o Rey e talvez a Lu. Depois o Rey vem pra cá. Adoro ter gente em casa, mesmo quando tenho que trabalhar e não posso ficar o tempo todo de papo-furado.

Boa sorte pra Rê, que vai ser feliz tomando Cava e se esbaldando em Ibiza - a original. Saudade pra quem fica, mas o tempo, a gente sabe, voa. Logo logo ela tá de volta. Ou a gente ganha na mega e se toca pra lá. O que vier primeiro.

E na seqüência...

Frio!! Tá friiiiiiio!!! Que delícia!!!!
Melhor que isso só se...

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Lembrei do Lobão

Chove lá fora e aqui
Faz tanto frio
Me dá vontade de saber
Aonde está você
Me telefona
Me chama, me chama, me chama...

Chove lá fora

Finalmente um dia nublado e chovendinho. Nublado mesmo, tempo carrancudo, nuvens pretas pretas. Fazia muito tempo, quase dois meses, que eu não via essas nuvens por aqui.

Será que é um sinal? Será que é hoje que acaba?

domingo, 23 de setembro de 2007

Para a alma




O Museu da Língua Portuguesa é lindo. Cada vez que vou lá descubro uma coisa a mais pra gostar.

O seu santo nome

Não facilite com a palavra amor.
Não a jogue no espaço, bolha de sabão.
Não se inebrie com o seu engalanado som.
Não a empregue sem razão acima de toda a razão (e é raro).
Não brinque, não experimente, não cometa a loucura sem remissão
de espalhar aos quatro ventos do mundo essa palavra
que é toda sigilo e nudez, perfeição e exílio na Terra.
Não a pronuncie.

Emparedada na poesia

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Não desisto nunca

Lendo o blog da Lara eu me dei conta que eu também andava criando um mundo de fantasia pra escapar de certas coisas. Essa coisa de ficar o dia todo ouvindo música, por exemplo. Amo música, mas só faço isso quando tou querendo fugir do mundo.

Triste, essa constatação. Eu sempre tenho esperança de que essas coisas não vão mais acontecer na minha vida.

Na verdade eu acho que tava (tava?) de luto. Um luto diferente, mas luto. Se tudo o que vem por aí doer tanto quanto eu acho que vai doer, acho que nem vou mais sofrer tanto.

Mas ainda não tô pronta pra outra. E ainda não morreu todo o fio de esperança. Nessas horas eu odeio ser brasileira :oP

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Efemérides

De que adianta o Orkut deixar a gente colocar mais fotos se elas não ficam todas na mesma página?

Hunf!

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Não pensem que eu não percebi

Esse blog tá virando um lyrics archive.
Eu sei.
Que culpa eu tenho se existe um arcabouço musical que desceve o que eu sinto melhor do que eu mesma conseguiria?

Parece, minha gente, que os sentimentos nunca são originais.

Ou sou eu que não dou mesmo pra coisa. O que explicaria boa parte da minha história.

Não é fácil MESMO

Não é fácil
Marisa Monte

Não é fácil

Não pensar em você
Não é fácil
É estranho
Não te contar meus planos
Não te encontrar

Todo dia de manhã
Enquanto tomo meu café amargo
É, ainda boto fé
De um dia te ter ao meu lado

Na verdade eu preciso aprender
Não é fácil, não é fácil

Onde você anda
Onde está você
Toda vez que saio
Me preparo pra talvez te ver

Na verdade eu preciso esquecer
Não é fácil, não é fácil

Todo dia de manhã
Enquanto tomo meu café amargo
É, ainda boto fé
De um dia te ter ao meu lado

O que eu faço
O que posso fazer?
Não é fácil
Não é fácil

Se você quisesse ia ser tão legal
Acho que eu seria mais feliz
Do que qualquer mortal

Na verdade não consigo esquecer
Não é fácil
É estranho


Pior ainda quando até as músicas se repetem...

Saudade é foda

Mas saudade do que estava por vir é pior ainda.

Mais música

Everyday you're on my mind
Pain is feeling passing time
But if she found out about you she would die
And if I have to live without you so would I
So I thirst for the water
I find myself wanting now

So I'm running away to you
I cannot escape you
To feel your touch
The faith you prove
I'm running away to you


Emblemático, não?

Mas como eu pude esquecer?!?!

Eu sou uma tonta mesmo!!!! Esqueci de contar pra vocês uma coisa fantástica que aconteceu ontem!

Como toda segunda-feira à tardinha, tivemos reunião com o Jairo. A gente vinha fazendo apresentações dos nossos projetos/work-in-progress, pra todo mundo comentar, sugerir, perguntar, e pra estar todo mundo por dentro do trabalho de todo mundo. Muito legal. Na semana passada eu apresentei meu projeto e o Jairo foi suuuper rigoroso, fez trocentas perguntas, sugeriu várias reformulações, etc. Achei ótimo, porque tou aprendendo a fazer um projeto 100% redondo; mas achei ruim porque ficou parecendo que eu não tenho a menor capacidade pra isso, apesar de ter conseguido bolsa com o meu projeto.

Aí ontem um dos meninos apresentou a sua pesquisa sobre hiperalçamento e further-raising, e falou sobre uma proposta cheia das tecnicálias de Agree e o escambau. E aí a dotôra-wannabe aqui foi às nuvens:

Momento feliz #1: O guri explicando uma derivação do handout e o Jairo pergunta: "Então, vocês tão entendendo a implementação? A Leonor é craque em Agree, mas vocês não têm tanta familiaridade com o modelo, tá dando pra entender?"

Momento feliz #2: Leonor faz umas três ou quatro perguntas sobre a proposta, sobre a mecânica, a implementação, a qualidade dos Ts que entram na derivação, etc, etc, e tece alguns comentários. Jairo diz, em vários momentos: "Esse é um ponto importante", "Boa colocação", "Essa questão é muito pertinente", "Você tem razão".

Conclusão lógica: sou a orientanda mais feliz do mundo!!!!

Insônia

Depois de muuuuuito tempo, tive insônia essa noite. Deitei a uma pra ver se pegava no sono no tranco, mas acabei levantando e indo buscar meu iPod pra ouvir música na cama. A ouvição de música durou até as quatro da manhã, momento em que o sono finalmente resolveu dar as caras. Pergunta se foi fácil acordar hoje...

Mas como tudo tem um lado bom nessa vida, curti um monte de músicas como se fosse a primeira vez que ouvia. Especialmente Norah Jones, que eu joguei pro iPod há poucos dias. Puta som maravilhoso que ela faz, minha santa mãezinha! Cheguei a ficar com lágrimas nos olhos em alguns momentos, mas não pelas lembranças; foi pela beleza da obra mesmo.

E tenho uma nova preferida, Seven years. Seguindo a tradição, vai a letra pra vocês curtirem. É linda; mas recomendo que quem não conhece dê um jeito de baixar e ouvir.

Seven years
Norah Jones

Spinning, laughing, dancing to
her favorite song
A little girl with nothing wrong
Is all alone

Eyes wide open
Always hoping for the sun
And she'll sing her song to anyone
that comes along

Fragile as a leaf of autumn
Just fallin' to the ground
without a sound

Crooked little smile on her face
Tells a tale of grace
That's all her own

Spinning, laughing, dancing
to her favorite song
A little girl with nothing wrong
And she's all alone


Essa letra, aliás, me lembra Little girl blue, imortalizada, pra mim, na voz da Nina Simone. Vou ser malvada e fazer vocês correrem atrás dessa, inclusive da letra. Porque eu choro só de lembrar.

Momento tosco

Lembram da música "Leilão", de César Menotti e Fabiano? Acabei de descobrir, por meio da amiga Sá, que existe uma resposta pra ela!!!

Pior: eu, que já me identificava com a original, fechei mais ainda com a resposta.

Comparem as duas e tirem suas conclusões!

A original:

Leilão
César Menotti e Fabiano

Estou à beira da loucura

Ninguém mais me segura
Tô fora da sua vida
Eu já fui
Quero a minha liberdade
Posso até sentir saudade
Sei que custa dominar um coração
Mas meu amor não dá mais
Pra você
tanto faz
Eu me entrego ja fui

Eu quero a felicidade
Saber na verdade
Quem gosta de mim
Eu vou fazer um leilão
Quem dá mais pelo meu coração
Me ajude voltar a viver
Eu prefiro que seja você
Eu vou fazer um leilão
Quem dá mais pelo meu coração
Me ajude a voltar a viver
Estou aqui tão perto
Me arremate pra você


A resposta:

Eu vou doar meu coração
João Bosco e Vinícius

Amigo por favor me dê uma ajuda
Eu nao sei o que que eu faço
Estou fora de mim
Perdi aquilo tudo que eu tinha
Quando ela me deixou
Eu fiquei assim

Amigo como é que eu te ajudo
Pra te falar a verdade também tô sofrendo
Não dei o valor que ela queria
Não cuidei do nosso amor
Acabei perdendo

O meu coração não serve pra nada
Ele só anda nas madrugadas solitário
Eu avisei eu te falei pra não se apaixonar
Coração otáááááário

Eu vou doar o meu coração
Porque no leilão não tive nem um lance
Dentro de mim ele sofre de paixão
Só vai melhorar se ela me der outra chance


Genial, não? O mais bonitinho é baixar a resposta no emule e constatar que é um dueto com as duas duplas, uma fala e a outra responde. Soooo cute!!!

Mas, sim... é o fim da várzea, indiscutivelmente. E, claro, os interessados na doação podem deixar recado aqui mesmo, nos comentários... Hahahahahaha!!! Bota fim da várzea nisso!

++++

Ah! E pra quem ainda não conhecer e estiver interessado em dar umas risadas, vai aqui e assiste o clipe que uns gaiatos aí fizeram pra original. Nem o César Menotti e o Fabiano teriam feito melhor...

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Ainda música

Mais uma redescoberta genial pra minha coleção: Wallflowers! Pra quem não sabe, a banda do filho do Bob Dylan.

Curtam aí a letra
de Laughing out loud:

Man, you oughta finish what you've started
You can't leave me here alive
Well I know it started as a fist fight
But you've got me covered up in hives

I don't need an invitation
The best peach is at the top of that tree
But when all this indecision reigns
So aimlessness that helps me see straight

You got me walkin' up a tightrope
With vaseline from my head to my feet
You got me lookin' into blindfolds
But I know you've got your hands all over me
So when all these imitations fail
Just don't look back 'cause I won't be there

[Chorus:]
Laughing out loud
When I didn't ever know just what it was all about
Laughing out loud
When I didn't ever know just why you push me around

Well I'm doing time inside a grapevine
Little things amuse little minds
Well, nothin's free except a little bit of bad advice
On how to live on only water, bread and rice

I don't need an invitation
The best peach is at the top of that tree
So when all this nighttime vision fails
I'll lose all these chains and slip out of this jail


Vocês também acham que essa música é na medida?


I hope that I don't fall in love with you

Há dias eu não ouvia Tom Waits. Tava evitando ouvir pra ver se conseguia não associar tanto um dos meus discos preferidos a uma situação triste. Já aprendi que desintoxicar músicas é um processo lento: faz pouco mais de um mês que eu voltei a ouvir Marisa Monte e Norah Jones sem causar danos a mim mesma. Não queria que acontecesse o mesmo com o velho Waits que tem me acompanhado tão de perto nos últimos meses.

Mas hoje eu mudei algumas músicas no meu iPod (coloquei aquelas do cd que me mata), e aí o playlist mudou. Eu já tinha decorado o playlist antigo, sabia quando ia tocar música do Waits e pulava antes de ouvir o primeiro acorde. Mas com a entrada das músicas novas a ordem das músicas mudou, e quando eu vi já tava ouvindo a música que dá título a esse post.

Eu tinha dito que a minha preferida era Old shoes (and picture postcards). E é mesmo. Mas naquela época eu tava ouvindo, over and over again, mas sem ninguém saber, essa aí do título. Que, segundo informação credenciada, foi imediatamente a preferida de ninguém.

Bem que podia ter adiantado de alguma coisa...

Ode à umidade, ou De como as coisas são relativas

E eu que sempre odiei umidade tou hoje dando graças a Deus pelas nuvens, pelas microgotículas de chuva, pelo ventinho úmido.

As vias respiratórias agradecem, Senhor!

Nota futebolística

Pois é, desculpem, mas deu a lógica e o Grêmio ganhou ontem. Ah, que esse meu tricolor não falha!! Presentão de 104 anos de existência!!!

domingo, 16 de setembro de 2007

Fim de finde

A amiga foi embora hoje de tarde, buá buá! Tô de volta à interminável pilha de textos pra ler, e agora nem tenho desculpa pra fugir dela.

O finde foi muito legal. Fomos em tudo quanto foi lugar, conversamos um monte, ouvimos César Menotti e Fabiano, conversamos mais ainda, demos uma volta ao mundo, até pegamos um bronze de tanto andar nesse sol inclemente de Sampa. Como diria a Lídia, "mas que porra de dia lindo!".

Fotinhas pra vocês verem o tanto que a gente andou:


Começamos o passeio nos jardins do Palácio de Versailles, na França:


Achamos lindo, mas meio sem emoção. Aí resolvemos encarar uma aventura na Route 66:


Ficamos supercansadas, mas já que a gente tava no pique, corremos pro Rio, pra visitar a Vila Olímpica do Pan. Sorte que a pira ainda tava acesa!


Claro que depois de toda essa aventura precisávamos de um pouco de cultura, como boas acadêmicas que somos. Decidimos voltar pra São Paulo e encerrar o dia no Museu do Ipiranga:


Isso tudo aí de cima foi ontem. Hoje, como a Sá ia embora logo depois do almoço, resolvemos não ir muito longe, só demos um pulinho até o Japão:


E depois disso a danadinha foi embora... :o(

Mas em duas semanas tem GT em Campinas e a gente vai agitar por lá. Até já resolvi que não vou ficar indo e voltando pra casa, vou me instalar lá mesmo no apê da amiga pra poder confraternizar com ela, com a queridíssima Lu que estará por lá, e, claro, com os queridos Lara e Marcos, de Curitiba.

Agora lá vou eu lavar roupa, ajeitar a casa, ler coisas pra reunião de amanhã, ler textos pra quarta, ler o referencial teórico da Lu, ver se começo a pensar na minha apresentação pro GT, acompanhar o Gre-Nal à distância (ô sofrimento!)... E curtir o cd aquele que me mata. Já sei de cor todas as músicas. Juro que dava uma tese.

sábado, 15 de setembro de 2007

Feliz, feliz, feliz

Porque a amiga Sá tá aqui me visitando!! Demos a volta ao mundo hoje de tanto caminhar, e ainda fomos comer pizza de noite!

:oD

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Falls on me

E aí que depois da noite alucinante que eu tive, resolvi passar o resto da tonelada de roupa limpa que tem pra passar. Tinha começado ontem de noite, mas tava muito cansada, acabei abandonando no meio do caminho e indo "dormir".

Pra quem não sabe, eu não sei passar roupa (e fazer serviços domésticos em geral) se não for ouvindo música. E tem que ser um tipo específico de música, com um certo ritmo, pra me embalar e eu pegar o pique. Normalmente eu escolho rock'n'roll: guitarras gritando e baterias sendo espancadas (com classe) costumam me colocar no mood certo pra encarar a sina de Amélia. Do mesmo jeito que jazz me deixa embalada pra estudar.

Só que eu dormi muito pouco essa noite, vocês sabem. Tava sem saco de ficar catando músicas pra fazer um playlist Amélia. Acabei pegando um cd que uma certa pessoa gravou pra mim no semestre passado, quando nada tinha acontecido ainda. Um cd sem os nomes das músicas, inclusive, gravado ali, rapidão, pra eu levar e ouvir, porque eu ia gostar. E eu ouvi. Enquanto terminava de escrever a dissertação, ouvi muito.
E gostei. Mas nunca prestei atenção nas letras, afinal, eu tava terminando de escrever dissertação! Precisava mesmo ouvir alguma coisa que desse um boost no meu ânimo, que servisse de combustível (hãn, hãn, hãn) pra dissertação, mas que eu não soubesse cantar, porque quando eu sei cantar eu canto, e se for instrumental eu cantarolo, é patológico. Então fiz questão de não aprender a cantar, pra poder ter o que ouvir enquanto terminava a dissertação.

Ok, ok, o que isso tem a ver com eu passar roupa hoje? Tem a ver que eu coloquei o cd pra tocar e fui passar minhas roupinhas. Mas passar roupa não é algo que sugue a nossa mente, ao passo que música, já deve ter dado pra notar, suga a minha mente valendo. Conseqüência óbvia: comecei a prestar atenção nas letras das músicas. E era tão crônica de uma morte anunciada que lá pelas tantas eu deixei o ferro cair no chão, de susto. Quebrou em mil pedacinhos, o ferro. Ferro que eu comprei na cidade aquela que tem papagaio na árvore, pra deixar na casa da pessoa aquela. Comprei o ferro uma semana antes de tudo acabar e eu entrar numa das fases mais punks da minha vida so far. Fase punk que acabou quando eu vim pra cá, fase punk que eu declarei encerrada na madrugada em que esse cd chegou às minhas mãos. Escorada numa certa sacada, olhando pra uma certa rua e notando, maravilhada, que em São Paulo também tem noite estrelada.

Ferro quebrado, não dava mais pra passar roupa;
me dei ao trabalho de garimpar as letras das músicas na internet. Só pra ter certeza. Tive certeza.

Agora eu não tenho mais ferro. Mais uma lembrança que se vai. Agora eu tenho um cd que quase me mata e que eu já vi que vai gastar de tanto tocar. Mais uma lembrança que se instala.

Wild nights

Gente, de novo acordei no meio da noite sem conseguir respirar! Fiquei duas horas, ou mais, tentando sobreviver. Aí resolvi deitar no sofá da sala, e depois de um bom tempo dormi. Acordei totalmente quebrada, é claro.

Assim não dá!

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Fim de tarde

Eita que essa cidade tem um pôr-do-sol de matar de lindo! Fim de tarde aqui é supimpa, as cores do céu ficam alucinantes, mesmo com toda a camada de poluição. Adoro voltar pra casa, passar por cima da marginal e ver a cor do céu, aquele sol incandescente lá no fundo, dando tchau-até-amanhã. Especialmente agora que os dias já tão mais longos, amanhece um pouquinho mais cedo, anoitece um pouquinho mais tarde... E o céu tá sempre limpo, não tem dia cinza, todo fim de tarde pinta uma brisa vinda do litoral pra dar aquela refrescadinha gostosa... Nem quando eu morava em Floripa a brisa chegava na minha casa, e aqui, que o mar tá longe longe, não é que chega?

O pôr-do-sol de Porto só é mais legal porque tem o rio. Mas pra quem nunca vê o sol se pondo no rio, como eu nunca via, é a mesma coisa. Ou até melhor.

Gente, eu amo essa cidade!

E também!

Se eu não posso desabafar e me lamentar no meu próprio blog, onde é que eu vou fazer isso então?

Hãn, hãn, hãn?

Pro dia nascer feliz

Depois de uma crise respiratória que me esculhambou o sono essa madrugada, comecei o dia ouvindo Aerosmith. De raiva, tava querendo ouvir uma coisa bem agitada e rasgada pra sacudir a poeira da noite e começar o dia bombando. Fui na pasta do Aerosmith e cliquei numa música ao acaso. Saiu Cryin'. Há décadas não escutava. Mais uma música pro rol das minhas redescobertas tudo-a-ver. Fiquei curtindo sozinha a voz do Steve Tyler pra dar um boost no meu mood.

Pra quem não conhece ou não lembra, taí a letra de presente:

There was a time
When I was so broken hearted
Love wasn't much of a friend of mine
The tables have turned, yeah
'Cause me and them ways have parted
That kind of love was the killin' kind
Now listen
All I want is someone I can't resist
I know all I need to know by the way that I got kissed

I was cryin' when I met you
Now I'm tryin' to forget you
Love is sweet misery
I was cryin' just to get you
Now I'm dyin' cause I let you
Do what you do - down on me

Now there's not even breathin' room
Between pleasure and pain
Yeah you cry when we're makin' love
Must be one and the same

It's down on me
Yeah I got to tell you one thing
It's been on my mind
Girl I gotta say
We're partners in crime
You got that certain something
What you give to me
Takes my breath away
Now the word out on the street
Is the devil's in your kiss
If our love goes up in flames
It's a fire I can't resist

I was cryin' when I met you
Now I'm tryin' to forget you
Your love is sweet misery
I was cryin' just to get you
Now I'm dyin' cause I let you
Do what you do to me

'Cause what you got inside
Ain't where your love should stay
Yeah, our love, sweet love, ain't love
'Till you give your heart away

I was cryin' when I met you
Now I'm tryin' to forget you
Your love is sweet misery
I was cryin' just to get you
Now I'm dyin' just to let you
Do what you do what you do down to me,
baby, baby, baby


E agora, se me dão licença, tenho uma resenha do Aristóteles pra parir. Ao som de Aerosmith, é claro.

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

E sobre a solidão...

Algum pretenso anônimo comentou uns dias atrás que tinha me achado solitária.

Errado. Não tou solitária, aliás, não sou solitária. Moro sozinha, mas ser solitária, nunca. Eu me basto, felizmente. E não é prepotência não! A duras penas aprendi que a gente tem que ser feliz sozinho, sem atrelar a felicidade da gente a outra pessoa ou a alguma circunstância qualquer. Quando a gente consegue ser feliz sozinho, quer dizer que tá pronto pra ser feliz do lado de alguém, e pra fazer alguém feliz.

Pelo menos essa foi a lição que eu aprendi até hoje. E sou feliz comigo mesma, de verdade. De coração. Claro que morando sozinha e longe da maioria dos amigos, tem hora que dá vontade de falar com alguém e não tem ninguém perto. Mas aí eu entro no msn, ou posto alguma coisa no blog. Sempre funciona, sempre alivia. Menos pra essa agonia dos últimos dias. Essa, não há conversa, música ou mergulho no trabalho que faça passar.

Talvez eu esteja solitária, num certo sentido. Mas solitária de uma pessoa bem específica. Bem diferente de solitária e ponto. Não é qualquer coisa que vai me contentar não. Ah, não mesmo. Antes só!

Pensamentos esparsos, lamentações... whatever

Tenho andado distraída, impaciente e indecisa. Parece música da Legião, mas é a minha vida mesmo. Esses últimos dias têm sido estranhos. Acho que é porque tem esse monte de coisas acontecendo, e eu acabo não conseguindo me concentrar em nada. Tô devendo trabalho pra USP, tô aquém das minhas expectativas deeesde antes de viajar. A revisão da dissertação tá sendo feita nas coxas pra ontem, depois de eu ter tido três meses pra trabalhar nisso. Dois trabalhos pra preparar pra congressos, resenhas semanais, projeto pra FAPESP (ainda!), reuniões do grupo, mais uma disciplina que começou hoje (agora são quatro), mais quatro seminários pra apresentar... Pai doentinho, eu doentinha, visitas nos próximos três finais de semana, saudades do pintinho, gente no hospital, amigos precisando de apoio, eu mesma precisando de apoio, história mal-resolvida que já vi que vai pro buraco mesmo e tou quase desistindo de esperar...

Pior de tudo é que casais felizes na rua começaram a me incomodar. E isso é sintoma de uma coisa bem específica, em se tratando de mim. Casaizinhos felizes só me incomodam em uma circunstância. Ai, que ódio! De mim mesma, é claro, de me colocar nessa posição ingrata de novo e de novo e de novo. No final das contas a culpa é sempre minha de achar que eu sou assim tão boa, de achar que eu valho tanto a pena.

Deixando isso de lado... Nem sei, viu? É tanta coisa me passando pela cabeça que não consigo organizar um post decente, com pé e cabeça. Parece que fica sempre faltando alguma coisa no texto, um fio condutor, nexo, seja lá o que for.

Provavelmente o mesmo nexo que falta em mim mesma.

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Acordando

Tinha um monte de coisa pra postar ontem, mas cheguei em casa tão baleada da reunião com o Jairinho que fui direto pra cama. Nem jantei. Acordei agora há pouco. Vou ali fazer um café e arrumar a casa. De noite, se tiver saco, eu posto alguma coisa mais decente...

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Odeio!

Mas odeio mesmo ficar agoniada desse jeito!! Ainda não consegui trabalhar no handout que tem que ficar pronto pra daqui a pouco. Ouvi música, atualizei orkut, fucei orkut, li histórico de msn... Tudo superprodutivo.

Pior que agora que eu voltei pra casa o celular mandou mensagem direitinho. E quem disse que eu sossego se não receber resposta? Afe!

Hahahahaha!!

Uns posts atrás eu falei da minha alergia de 1997 e de como eu tinha ficado com um colega de turma nesse ano, lembram? Pois é, fiquei com ele mais ou menos por volta do feriado de 7 de setembro, inclusive: final de agosto, início de setembro, antes da crise alérgica.

E só agora me caiu a ficha: o sobrenome do dito cujo é o mesmo da herpes do meu pai. Hahahahahaha!!!!

Na verdade...

Eu já tenho um namorado!

Escutem essa: ontem depois do almoço eu perguntei pro pintinho quem era a namorada dele da escolinha. Porque agora ele vai na icoínha e toda criança quando vai pra escolinha arruma namorado/a.

Sabem o que ele respondeu?


"A Iéo!"

E me tascou um beijinho na bochecha :o)


Fotos do tipitinho pra vocês matarem a curiosidade:


Isso que vocês não viram a figurinha aí cantando a música de abertura da novela das oito, "Copacabanda".

Olha ela aí


Foto da Isabelinha na barriga, pra vocês verem que linda ela é.


Eu sabia!

Foi chegar em casa e eu comecei a pensar bobagem. Pra variar. Aliás, já na viagem, depois que eu soube que o pai tava "bem", comecei a pensar numa certa pessoa e nessa história complicada que acabou surgindo.

Pois tenho certeza que a gente vai ficar juntos.

E sabem por quê?

Em 1994, quando a mãe da minha prima tava grávida dela, conheci o carinha que mencionei no post anterior. E convenhamos que só não rolou, já na época, por pressão familiar. E também crianças de 12 anos, naquela época, não namoravam.

Em 2000, quando a Dila tava grávida do meu primo, comecei a namorar o Carlinhos.

Em 2005, quando o pintinho nasceu, eu voltei com o Carlinhos.

Conclusão lógica: em 2007, que a minha tia tá grávida da Isabelinha, vou arrumar namorado. Uns dois meses antes de ela nascer. Ou seja, no final desse mês!

Eu sou um gênio ou não sou?

De quando a gente se assusta de verdade e outros relatos de viagem

Tô de volta pras capitar. Tenho que preparar um handout pra reunião com o Jairo às cinco da tarde, ou seja, não vou poder cair na cama valendo pra recuperar os ossos da longa viagem esmagada pela tia não tão gorda mas muito espaçosa que viajou do meu lado.

[Recado pra Ana: vai pegar uma estradinha interestadual por 14 horas num semileito fajuto pra ver o que é tosqueira, mulher! Destaque da viagem: duas tias que ficavam brincando de catar latinhas de refri e colocar num sacolão pra levar dentro do ônibus.]

Mas nem só de tosqueira vive o mundo, então vamos aos fatos: eu amo ir pra Marau. Porque lá tem a família, tem o pintinho (que também é família, mas é especial), e tem também a melhor cabeleireira do mundo, que mesmo tendo que atender mil formandas ensandecidas deu uma espremida no horário pra reestabelecer as minhas melenas. Nessas horas eu até me sinto importante.

Cabelos cortados no sábado, comprinhas com as titias, sorvetinho com as primas, fim de tarde na praça com todo o mundo pra tomar um mate e pros guris correrem à vontade, e de noite churrascão. Na casa do meu tio que nem ia ficar em casa porque uma das formandas ensandecidas convidou ele pra festa. Até ia pegar uma baladinha com ele de noite, pra honrar a tradição, mas minha lente de contato rasgou e eu não sei ir pra balada de óculos. Aí chegamos na casa do meu tio pra armar o churrascão e os amigos dele tavam lá vendo o jogo do Grêmio. Entre eles, um old flame de 12 anos atrás. Ainda bem que na hora H eu resolvi trocar de roupa, tirar a bermuda bagaceira que eu tinha vestido e colocar uma coisa mais decente. Ainda bem sim, porque quando a namorada dele não tá por perto o olho dele não sai de cima de mim, e a namorada dele não tava por perto.

Ver esse cara sempre me faz pensar como a vida é filhadaputa com a gente às vezes. Eu fui a fim dele durante uns cinco anos, numa época em que eu ainda não conseguia saber quando um cara tá interessado ou não em mim. No carnaval de 2000, o último que eu pulei em Marau, a gente se encontrou no meio do clube e pintou um puta clima. Mas é claro que a minha família inteira tava lá e qual é o cara que vai chegar numa guria desse jeito, ainda mais sendo ex-subordinado do tio e atual subordinado da tia, ambos presentes no recinto. Não rolou. Depois disso, conheci o Carlinhos e aí deixei pra lá. Nunca vou esquecer a cara que ele fez quando me viu com o Carlinhos pela primeira vez. Foi de cortar o coração. Também nunca vou esquecer a cara que nós dois fizemos na balada do sábado de aleluia de 2004, quando eu apareci novamente solteira na cidade e ele finalmente tinha arranjado uma namorada. Por alguns momentos naquela noite achei que ele ia jogar a guria mezanino abaixo e pular em cima de mim. Depois voltei com o Carlinhos, terminei com o Carlinhos, blablablá, e ele segue com a mesma namorada. E toda vez que a gente se encontra é o mesmo clima de "ah, aquele carnaval". Tinha tudo pra ter sido um lance legal, mas o timing da gente foi péssimo a vida inteira. Puta sacanagem.

Mas o churrasquinho tava bom. Caipirinha, uísque 12 anos do bar do meu tio, carne carne carne pra matar as saudades, pintinho no colinho, coisa boa. Até o meu pai começar a se sentir mal. Uma dorzinha que começou na quarta, parecia dor muscular, tava tomando cataflan. Voltamos pra casa da minha tia e a dor só aumentava. Corre pro pronto socorro às três da manhã, um mau atendimento do caralho. Formigamento na mão, dor no peito, tinha toda cara de ser problema no coração. E o médico plantonista vai e aplica uma injeção pra dor e deu. Dava pra rir da situação, se não fosse trágico. A dor passou, ontem de manhã meu pai pegou a estrada pra Porto e eu fiquei em Marau pra vir direto pra Sampa de tarde. Mas fiquei com um aperto desgraçado no peito, que nem a companhia e os afagos do pintinho conseguiram acalmar.

No fim, ontem de noite ele acabou indo pra Santa Casa, após muita insistência da mãe. Felizmente não é nada no coração; o que ele tem se chama herpes soster, vulgo "cobreiro", uma doença que se manifesta em situações de estresse. Funciona assim: o vírus da varicela (catapora, chame como quiser) fica incubado no organismo pra sempre, depois que a gente tem a doença. Aí quando a gente se estressa muito o vírus "acorda" e surge uma versão hardcore da catapora: saem uns vergões no corpo que deixam as veias todas em alto-relevo, e o meu pai disse que dói MUITO, com ênfase, como se um gato estivesse te arranhando por dentro. E olha que o meu pai não é de se mixar pra dor! Não se sabe quanto tempo demora pra passar, e os médicos disseram que a dor residual pode ficar pra sempre.

Moral da história 1: cuidado, crianças que já tiveram varicela: não se estressem que o bicho pega.

Moral da história 2: fiquei ontem o dia todo morrendo de preocupação pelo meu pai. Achei que só ia começar a me estressar com doenças dos dois daqui a uns vinte anos, mas pelo visto é melhor começar a preparar o espírito desde já.

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

De quando a gente se sente amada de verdade

Estou em Marau. Chegamos hoje de manhã. E foi chegar e o pintinho já se grudou em mim e não soltou mais. Beijo, beijo, abraço, nana juntos, aperta bochecha, "dicupa Leo", carinho, guiti, mais beijo, mais abraço, contar história, conversar, nana abraçadinho de novo... Quando eu tou com ele dá até vontade de ter filho, logo eu que não quero nunca ter. Mas com ele sinto vontade. Porque o pintinho é o menininho mais carinhoso do mundo. E ele me ama. De verdade, ele me ama. Só ele me faz tanto carinho assim, só ele me dá esse tanto de atenção. E é por isso que toda vez que eu vou embora daqui fico de coração partido de saudade. Dias e dias, a saudade come solta. Não importa quantas vezes eu olhe as fotos e os filminhos que a gente faz. "Vô tirá foto da Leo. Tic! Ai, que linda!".

E ainda por cima a produção de plural dele confirma a minha hipótese da dissertação!!

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Addio, Pavarotti

Pois é, se foi o cara. Eu gostava dele. Pelo menos posso dizer que assisti o show dele com o Roberto Carlos aqui em Porto. Tenho o ingresso até hoje. E digo pra vocês: foi bom pra caralho.

Tava aqui refazendo o playlist do meu iPod pra viagem de volta e claro que coloquei umas dele, por pura nostalgia. Coloquei também "Telefone mudo", do Trio Parada Dura, mas deixa quieto.

Cara, essa viagem de volta vai ser triste. Tou vendo que vou odiar voltar pra casa dessa vez, apesar de estar morrendo de saudades da minha casinha que tem tudo do jeito que eu quero. Ah, well... Nevermind. Tô desanimada até pra reclamar.

Meu Grêmio, meu Greminho

Bah! Ontem de noite, doente e tudo, garganta fudida do jeito que tá, convenci o pai e se tocamos pro Olímpico, nós três. Sempre vamos na social, mas dessa vez ele conseguiu uns ingressos pra gente ir na tribuna Banrisul*. Aquela coisa, jogo de meio de semana, não ia ter muita gente, sobrou ingresso, ele descolou uns.

Bah! Tava muito bom. Minha garganta parou de doer no instante em que o hino começou a tocar. Puta que o pariu, gritei muito ontem. Minha última vez no Olímpico tinha sido, vergonha suprema de torcedora fanática, os 2x0 no Curínthia em abril do ano passado. A torcida tava empolgada, apesar de pouca, e lá nas tribunas é bacana porque a gente encontra três mil conhecidos do banco e fica todo mundo fazendo festa junto. Tudo bem que depois de 25 anos de social a gente meio que conhece todo mundo lá também, mas a vibe lá em cima é diferente, talvez pela proximidade com a geral e sua cantoria fantástica, que eu tentei gravar com meu celular pra ouvir quando me der saudade de um estádio.

Bah! Mas o melhor de tudo isso é que a gente ganhou do Vasco. 3x1, com direito a golaço do Bustus e desempenho fantáááástico do Tuta ("Tuta seleção", hahahaha). E toma, Celso Roth insuportável dos infernos, minha tristeza de não estar na social foi não poder xingar ele mais de perto. E o tosco do Perdigão ainda se machucou.

Bah! Jogo, tem que ir. Taí uma coisa que eu odeio de não morar em Porto. Até rola jogo do Grêmio lá em Sampa, teve até no Pacaembu (que é do lado da minha casa) no dia dos pais, mas sozinha no meio dos Curínthia eu não vou. Também moro perto da Barra Funda (tô cercada!), mas também não sou maluca de me meter no meio dos Parmera não. Na real eu só meio que simpatizo com o São Paulo, mas é claro que o Morumbi fica do outro lado da cidade. Só pra ajudar.

E a garganta, bah, até melhorou depois do tanto que eu gritei. Ok, tossi a madrugada toda depois, mas na hora nem senti. Aliás, na hora não lembrei de mais nada, eu fico muito envolvida quando vou pro estádio, parece um transe. Mas devo confessar que em alguns momentos, momentinhos muito fugazes, eu visualizei mentalmente uma certa presença do meu lado, uma presença "somos todos tricolores" que eu tenho certeza que seria parceria certa, lá e aqui. Pra futebol e pra trocentas outras coisas.

Odeio pensar essas coisas. Mas dá-lhe Grêmio, meu Grêmio, meu Greminho!!!


* A tribuna Banrisul é um espaço reservado nas cadeiras, no piso superior, perto dos camarotes, pra funcionários e clientes vip do banco. Meu pai, pra quem não sabe, é funcionário do banco.

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Tô crescendo

Agora é oficial: sou adulta. Motivo: minha mãe resolveu defenestrar meu travesseirinho de penas.

Ok, eu explico. Eu tenho (tinha) um travesseiro de penas que a minha vó fez pra mim há 22 anos. Um travesseirinho pequeno que eu usava toda noite pra dormir. E que eu também levava pra todo lado, até quando fui pra Itália levei o bendito comigo. Sabe o cobertor do Linus? Pois é. Mesma coisa. E eu nunca queria me desfazer do meu travesseiro, porque ele é meio parte de mim.

Pra vocês terem uma idéia da minha resistência, há uns dez anos eu tive uma crise alérgica fudida. Garganta, tosse, tosse, tosse... tipo uma febre de primavera, foi mais ou menos nessa época. Confiscaram as cortinas do meu quarto, os bichinhos de pelúcia, tudo em nome da minha saúde. Mas o travesseiro ficou. E ai que me tirassem ele!

Só que agora, dez anos depois, minha garganta inventou de dar piti de novo. E apesar de eu ter ido ao médico ontem e saber que não é alergia, minha mãe hoje resolveu que o travesseiro vai pro lixo. Com o seu forrinho de cetim azul lindo e todos os meus trilhões de ácaros de estimação. Não teve conversa.

Eu sei, sou adulta, não sou o pintinho* que a gente tem que fazer chantagem pra ele largar o bico. Mas gosto do meu travesseiro, é bom quando a gente vai viajar. É aconchegante. Sou canceriana, caramba, cancerianos são apegados a objetos e cacarecos, todo mundo sabe disso. Minha mãe é a rainha de querer jogar tudo o que é "porcaria" fora. Se pudesse jogava fora metade dos meus livros, fotos, cartas que eu guardo com todo o carinho, essas coisas. Esses dias, quando eu me mudei, queria que eu jogasse fora as cartas e poemas do Carlinhos, pode isso?

Bom, uma coisa tem de engraçado nisso tudo: a crise alérgica foi em 1997, dez anos atrás. O ano que eu vivo dizendo que foi o melhor da minha vida so far. E que eu acho que 2007 tem tudo pra suplantar, finalmente. Mas em 1997 aconteceu uma coisa que deuzolivre não se repita igualzinho: fiquei com um colega de turma que era muuito meu amigo, e depois disso não nos falamos mais, porque homem é tudo babaca mesmo e não sabe separar as coisas, especialmente aos 15 anos. Moreninho, bonitinho, simpatiquinho, ele era. Ai deus, por favor não! Eu jogo fora o travesseiro, mas pelamordosenhor faz a coisa dar certo dessa vez!


* O pintinho é o meu primo Pedrinho. Ele tá com dois aninhos e meio e não quer largar o bico de jeito nenhum. Como a gente vai pra lá na sexta e ele me adooora, tão dizendo pra ele que eu só vou falar com ele se ele largar o bico. Tadinho. Deixa ele ficar com o bico, deixa eu ficar com o meu travesseiro!

terça-feira, 4 de setembro de 2007

Diagnóstico

Nada de dengue; meu problema é poluição mesmo. Inflamação na garganta e pré-afonia. Isso significa que eu tenho que calar a boca por uns dias; ótimo prognóstico pra quem tá visitando família e amigos pela primeira vez desde que se mudou pras capitar.

Depois as pessoas perguntam por que eu ainda vou na minha pediatra! Simples: lá sou cliente vip, ela atrasa todas as consultas pra me atender com calma, conversar tooodos os assuntos, saber as novidades, dar palpite na minha vida amorosa... Aí já viram:
uma hora e vinte de consulta. Claro que eu contei todas as minhas novas aventuras sentimentais, e claro que agora tenho mais uma espectadora ansiosa pelo desenlace da novela. Claro também que ela tá com medo de eu sofrer de novo, mas isso eu também tô, obviamente. Ainda bem que eu tenho bolas e me jogo nas histórias de cabeça mesmo quando tou morrendo de medo. Se não for assim nem tem graça, apesar das repreensões da minha mãe, que continua sempre falando como se as coisas do coração fossem 100% racionalizáveis. A verdade é que ela só sabe meter pau nas minhas histórias, e é por isso que eu nunca conto nada pra ela. Uma pena, eu bem queria contar. Mas a reação não é nada animadora.

Amanhã vou gastar minhas cordas vocais com o Amigo Tigre, no Leopoldina. Tô precisando mesmo dos conselhos dele...

A hora da verdade

Daqui a pouco tou saindo pro médico. Finalmente vou descobrir o que tenho. Tosse, tosse, tosse pra caramba, garganta irritada, cansaço, sonolência, sei lá. Pode ser alergia, mas não sei. Também não adianta ficar aqui tentando adivinhar. Só quero melhorar logo, porque tá chato, tou sem ânimo pra trabalhar e tenho que fazer coisas pra segunda.

Sexta vamos pra Marau ver todo mundo. Ver titia grávida de pintinha Isabela. Ver pintinho que quer falar comigo no telefone pra contar que tá chupando pilulito e pedir bala. Cortar cabelo na Solange, a melhor e mais barateira cabeleireira do mundo (mas não vai dar pra ficar ruiva de novo, ela tá sem horário pra pintar). De lá vou direto pra Sampa. Mais 17 horas de viagem. Espero já estar melhor pra viajar.

Na verdade nem quero pensar no que me espera quando voltar pra casa. A casa já tá cheia de lembranças de novo. As mensagens que eu mando, a TIM me diz que não foram entregues, mas eu sempre desconfio que foram e na verdade não tão querendo me responder. O e-mail que eu mandei também ficou sem resposta. Meu olho não sai dos chat logs do icq e do msn. Quando o olho sai, a cabeça ainda assim fica lá, matutando. Não era pra dar errado. Era pra dar certo, certo, certo. É só ler lá nas linhas, nas entrelinhas... Mas eu nem posso fazer nada. Só posso sentar e esperar. Mas nem isso eu sei se é pra eu fazer mesmo ou não.

Como dizem por aí, a esperança é a última que morre. A minha, então, vocês sabem que é highlander até o talo. Mas silêncio mata. Silêncio é foda de agüentar. Por mais forte que eu seja. Imagina lá, em casa, sozinha dia e noite... Mas nem quero pensar quando chegar a hora da verdade. Só espero que não seja na época do GT. Emoção demais pra uma pessoa só.

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Dengue?

Dormi a tarde toda. Nem trabalhei, nem vi tv, nem reli chat logs pela milésima vez. Dormi um sono ferrado. Doente, doente, doente. Acho que vou na sessão do descarrego, ali na igreja universal da esquina.

A mãe acha que eu tô com dengue. Eu acho que esse sono todo, essa prostração, não é só doença. É um pouco de "prabaixeza" mesmo...

Em vez de trabalhar...

...a pessoa vai ler os chat logs recentes do msn. Só pra dar aquela machucadinha a mais.

E o que a pessoa conclui? Que é tudo tão, mas tão óbvio, que não dá pra entender como diabos alguém pode pensar em negar o que tá acontecendo! Como diabos alguém pode duvidar que seja "for real"?

Realmente, eu devo ter jogado pedra branca na cruz, como diria o ilustre colega Marcus.

Back to work! Ou pros chat logs...

Odeio ficar doente

Cada dia acordo mais doente. Mil coisas pra fazer, apresentação pra arrumar, e eu aqui com febre, desanimada e etc. Acho que tou somatizando as coisas, só pode.

Vou tentar trabalhar. Mas duvido que a minha cabeça volte pra cá. Vai ficar perdida uns quilômetros BR acima, pra variar um pouco.

domingo, 2 de setembro de 2007

'Bora mudar o rumo da prosa!

Que esse blog tá virando chororô de novo, que nem o velho, e não pode! É meu blog, e eu não sou tão monocórdia assim.

Então hoje eu bebi uísque com papai. Chivas, porque não tinha Jack Daniel's. Programão família.

E daí eu fiquei assim toda lembrosa do domingo passado, vendo foto e lembrando de coisas fofas. Até porque não teve coisas não-fofas. Só nos dias que se seguiram.

Ah, que droga de uísque. Ainda se fosse o de R$15000,00!

Não, pior:

A pessoa é daquelas que gosta de dormir de conchinha! Sabe aquelas que estica o braço dormindo pra catar a gente?

Pois é, essas. Dá pra resistir? Fala sério, dá?

Não consigo parar de lembrar

A pessoa não tem mais orkut há décadas, e ainda assim lembra que a gente tá na comunidade "Dormir de conchinha".

E depois quer que a gente não goste!

E tem mais!

Pessoa nova conheceu pessoa antiga dia desses e fez caretinha de ciúme que eu sei!

Achei tão fofo quando me contaram...

Fato bobinho

Tava aqui re-olhando as fotos de quando eu e nova pessoa nos conhecemos. Em TODAS as fotos, nova pessoa está do meu lado. Absolutamente todas. Seria bonitinho se não fosse tristinho-irritantinho.

Pelo menos hoje acho que ficou claro que, silêncio de meses à parte, as coisas com pessoa antiga estão resolvidas. Pelo menos pra mim. Coração não pula mais, sou sincera quando digo "seja feliz" ("...com a baranga que escolherdes"... hahahaha! eu não me emendo mesmo).

Isso significa que eu não sinto mais necessidade de pagar um homem bonito pra posar de meu atual em breve diante de pessoa antiga. Idéia que, aliás, foi um dos estopins pra coisa toda com nova pessoa. Ô coisa de gente torta que eu sou que só me meto em história complicada!

Que parte do "príncipe (bonito, inteligente, querido, engraçado, legal, carinhoso, fofo, parceiro) chegando no cavalo branco" tu não entendeu, meu Deus?

Retiro o que eu disse!

Mordi a língua: as pessoas respondem, sim, e-mailzinho de aniversário. É bom quando as coisas finalmente dão jeito de terminar bem. É bom, muito bom a gente querer de coração que as pessoas sejam felizes, e é melhor ainda ver que as pessoas também querem a nossa felicidade, e parecem vibrar com ela. Arestas sempre ficam, normal. Mas a gente se vira pra contornar. Nunca dá pra resolver tuuuudo tudinho.

Mas é só isso que eu retiro. O resto continua igual. E eu odeio a TIM por não entregar as mensagens mais necessárias! Parece que tem um filtro pra reter só as mensagens pra destinatários importantes. Eita saco! E antes que vocês perguntem, não, não dá pra mandar um e-mail ou ligar. Ligar não vou porque acho que já tou sendo chata o suficiente só de reclamar aqui pra vocês leitores queridos. E-mail tem toda uma questão de senhas compartilhadas e blablablá e a recomendação era não mandar nada. Enfim...

Ah, deixa pra lá. Uma pena, porque as pessoas (não as mesmas que respondem e-mail e querem que a gente seja feliz) ficam me dizendo que de umas semanas pra cá eu tô mais bonita e com cara e pele de gente feliz... Não quero ficar feia de novo!

Tela azul

Tô não me agüentando hoje. Aliás, faz dias, acho que deu pra notar né? Tô num mood meio "wasteland", como diria meu amigo Diego. Mas até isso é duro de dizer, porque há uma música importante com esse nome. "Our song", disse alguém há pouco mais de uma semana. And where the hell is "us" now?

Tô cansando de pensar nisso, de me perguntar isso. De perguntar isso pra alguém. De esperar que alguém me responda, dê um sinal de vida, se manifeste pra dizer um "oi", que seja. Tou quase decidindo deixar isso tudo pra lá e voltar pra vidinha sem emoção de semanas atrás. Mas acontece que eu sou uma covarde quando se trata de decidir desistir. Eu não gosto de desistir, eu não sei desistir. A prova foram os últimos nove meses de chororô. Aliás, nem vamos falar sobre isso, que nem e-mailzinho de aniversário as pessoas me respondem mais :oP

Acho que sou eu o problema. Eles se apaixonam, mas aí chegam perto e saem correndo de volta cheios de dúvidas e medos. Tenho cara de quem morde? Alguém já me disse que eu intimido. Começo a acreditar.

Vai ver I'm a PC: bonitinho por fora, mas impossível de estabelecer uma interface decente.

Plug & play, então, nem pensar.

sábado, 1 de setembro de 2007

Um empurrãozinho

Ok, ok... Uma coisinha só, just to make my point. Uma música que me ajudou muito num determinado período da minha vida (nem faz tanto tempo assim), e que acabou virando um "hino de resistência". Ou melhor, de "'bora peitá a vida".

Não vou lutar contra o que eu sinto
Vou me entregar como um soldado cansado e faminto
Não vou lutar contra o que eu sinto
Porque a verdade explode cada vez que eu minto
Não posso mais viver em conflito
Não vou negar o que é tão claro
Vou me entregar em tudo que eu faço, em tudo que eu falo
Não vou negar o que é tão claro
Porque a verdade explode mesmo quando me calo
Não posso mais viver sem estar ao seu lado
Não vou lutar contra o que eu sinto
Não vou lutar contra o que eu sinto
A verdade explode cada vez que eu minto,
não posso mais viver em conflito
Não vou lutar contra o que eu sinto
Não vou lutar contra o que eu sinto


Quem sabe não serve de impulso pra alguém?

Cheguei, cheguei...

Cheguei viva, não se preocupem. Continuo mal, mas essa semana vou na minha pediatra que tudo sabe e tudo cura e ela vai me dar remedinhos milagrosos. Também vou contar as agruras da minha vida amorosa pra ver que conselhos ela me dá. Ela sabe das coisas!

Ela sabe, mas eu não sei mais. Sei que tenho tentado fazer contato com as pessoas e elas parecem estar me ignorando. Chato isso. Talvez elas já tenham até voltado pra vida de antes, quem sabe? Eu bem que queria saber o que tá acontecendo, mas infelizmente não tive chance de dar uma boa olhada no olho e falar umas coisas bonitas e importantes que eu queria dizer. Também não tive chance de fazer perguntas e ouvir respostas. Pra quem acompanha as minhas tristes aventuras, podem dizer aí que não é nada nova essa situação. É verdade. Mas o "alvo" é tão diferente, tão mais fofo e querido e carinhoso... Inacreditável, acho que sou eu que atraio essas situações bizarras, mesmo. Tava tudo tão bonitinho uma semana atrás...

Sim. Antes que vocês comecem a se perguntar, eu pensei, durante os meus delírios febris na viagem, em mil posts pra largar aqui. Recadinhos tácitos ou nem tanto. Desisti. Não precisa, o que eu penso e sinto já foi claramente declarado e demonstrado. E a recíproca, acreditem ou não, é verdadeira. Eu sei e tem mais gente que é testemunha ocular dos fatos. E como diria o soteropolitano ilustre, contra fatos não há argumentos. Ninguém sorri daquele jeito à toa, nem se ganhar na loteria e comprar trocentas tvs de plasma de 390 mil contos de réis.

E tenho dito.