quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Da série: eu não falei?

Singelo diálogo entre um casal apaixonado. Abre aspas:

- Apareci hoje na faculdade sem boné e todo mundo falou do meu cabelo...
- Ah é?
- É...
- Hm...
- Mas é, todo mundo falou que eu fiquei bonito.

Fecha aspas.


Cá pra nós... Como diria minha perspicaz mãe, "caga pato, que amanhã te mato".

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Kill me now

Mas vocês não iam entregar só na semana que vem?

Se tudo der errado...

A qualificação vai sair em tempo, e eu acho até que tá bem bacaninha. Mas hoje eu descobri que se tudo der errado na lingüística eu já tenho (mais) uma profissão alternativa: dar palestras motivacionais. Diz aí se eu não tenho futuro na profissão, Sr. Anônimo!

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Mas amor...



Tirado daqui. Aliás, super recomendo esse blog. Inclusive pra vocês, guris! ;)

Citação

A merda de trabalhar com a teoria do Chomsky é que todo mundo sabe que ele disse determinadas coisas, mas na hora de falar sobre essas coisas na tese tem que citar a página. E cadê que a gente acha?

Aff... Chomsky só me faz perder tempo nessa vida...

Kamikaze mode: on

Gaaaaaaaaaaaaaaaaaah!! 24 horas pra entregar a qualificação.


A tecnologia está aqui

Eu e Sr. Anônimo brigamos muito com o skype hoje. Fizemos todos os malabarismos audiovisuais possíveis e nada, ligação péssima o tempo todo. Em muitos momentos, inclusive, a ligação ficava completamente sem som.

Pois agora, que o Sr. Anônimo dormiu e eu estou aqui às turras com a minha qualificação que teima em não querer se escrever, consigo ouvir os latidos dos cachorros da vizinhança. Do Sr. Anônimo. Via a mesma ligação do skype que estava péssima quando Sr. Anônimo estava acordado.

Talk about tecnologia seletiva... ¬¬

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Filosofando

Eis que entre um parágrafo e outro da qualificação eu solto a seguinte pérola para o Sr. Anônimo:

- Amor é como a Stefhany. É absoluto.

Eu sei, eu sei, eu ficando louca. Ainda bem que na quarta eu entrego esta coisa.

Two days and counting

Valei-me, minha nossa senhora da argumentação!

sábado, 24 de outubro de 2009

Ah, o verão...

Dias ensolarados, calor, tardes longas... Vizinhos pulando nas piscinas dos prédios vizinhos...

E eu aqui, trancada, escrevendo qualificação. ¬¬

Eu mereço?

Não, sério, me diz aí, eu mereço?
Pois é, eu também acho que não...

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Posso chorar agora?

Pergunta cretina

O que é que dá pra dizer de uma pessoa que sabe uma proposta teórica de trás pra frente, que sabe todas as aplicações e conseqüências da dita proposta pros dados que ela tá analisando, mas simplesmente não consegue escrever sobre isso?

Por favor, não respondam.

Bom dia

Digam o que disserem, mas poucas coisas te deixam tão pra cima quanto começar o dia entrando de novo naquele jeans 36 de quatro anos atrás...

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

PC vs. Mac

Hoje eu li um monte de textos que não adiantaram nada pra minha tese. Mas enquanto eu lia, eu e o meu irmão Clark conseguimos fazer transferências de arquivos via bluetooth nos nossos macs chiquérrimos e fomos comer um Big X Picanha pra comemorar.

Enquanto isso, o Windows 7, "o mais difícil de piratear" segundo a Microsoft, já está sendo vendido a 10 reais na Santa Efigênia. Ah, e claro, a Microsoft anunciou não sei quantos problemas de segurança no bichinho.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Adivinhem?

Então o plano de encher a cara de vinho e dormir relativamente cedo tava indo bem: Sr. Anônimo já estava no quinto sono, e eu estava pronta pra desabar na cama. Aí Sr. Anônimo acordou na hora exata em que eu me encaminhava pra cama. Eu não resisto a ver o Sr. Anônimo online e acordado, então adivinhem se a gente não ficou conversando até as duas da manhã. Enfim.

Mesmo assim eu botei o despertador pras sete da manhã, porque eu sou brasileira e não desisto nunca. Sr. Anônimo, sempre prestativo, ligou pra garantir que eu acordasse. Mas assim que Sr. Anônimo saiu do skype pra labuta eu resolvi dormir só mais meia horinha, afinal eu fui dormir às duas da manhã e, né, precisava estar inteira pra trabalhar. Acabei acordando às dez da manhã com uma mensagem do meu digníssimo irmão de labuta, Clark, que, ao também se perder nos braços de Morfeu, enviou-me as singelas palavras "merda, merda, merda".

E já que a merda já tava feita e se eu levantasse àquela hora não ia conseguir trabalhar muito antes de sair mesmo, acabei dormindo de novo até as 11:15, saí de casa correndo e almocei um salgado da cantina com coca zero. ¬¬

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Apelando

Tomando uma taça de vinho pra ver se bate o sono. Não quero ir dormir de novo às sei-lá-que-horas da madrugada pra de novo não conseguir acordar cedo o suficiente. Eu até gosto das tardes mais longas do horário de verão, mas a adaptação do sono não é nada fácil.

Amanhã quero acordar às sete e ir pra USP trabalhar. Depois eu conto se eu consegui.

Fiquei mais feliz =)

Pequenos gestos são tudo nessa vida. Thanks, Ana! ;)
Quer entender? Olha aqui e aqui.

Clássicos

Hoje ouvi o clássico Toreador, da ópera Carmen, e lembrei desse episódio de Tom & Jerry. Também um clássico.

Köln Concert

Juro que eu seria uma pessoa mais feliz se tivesse um piano na minha frente agora.

Todo dia

Agora todo dia chove em São Paulo. E todo dia eu ganho mais prazo pra entregar a quali. E todo dia eu procrastino. E quando eu acordo decidida a não procrastinar, eu tenho dor de cabeça e recebo trabalho pra fazer por e-mail. Todo dia eu penso em todas as coisas que eu preciso fazer quando acabar a quali. Mas a quali não acaba nunca. Todo dia eu sinto que a quali nunca vai acabar, é infinita, interminável, insolucionável. Todo dia eu fico frustrada.

E todo dia eu sinto saudades. E todo dia a saudade aumenta um pouquinho. E todo dia eu sinto vontade de largar tudo e sair correndo pruma ilha.

sábado, 17 de outubro de 2009

LaTeX III

Eu nã-ão!

Cf. aqui e aqui.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Ganhei um All Star novo

Aviso aos navegantes: este é um post dadaísta. Será que pode ser assim na tese também?


Nível de estresse: 9879657462845645764,99. And counting.

Tive um deja vu. Não foi legal. Me fez lembrar de coisas que eu realmente preferia que ficassem lááááá atrás. Me fez ouvir aquela maldita vozinha dizendo "viu, viu, eu falei, eu sabia que coisas assim iam acontecer mais cedo ou mais tarde".

Odeio a vozinha. E odeio estresse. Quero acabar a tese e dormir um mês inteiro. No mínimo. Quero assistir às minhas séries, o meu dvd novo de Dirty Dancing, os meus dvds de O Tempo e o Vento. Quero sair pra dançar. Quero viajar.

Aliás...

Nessa cena aí de baixo podia tranqüilamente estar tocando Eye of the tiger.

Da série: cenas da vida a dois

Caretas olhando pra tela do lado de lá. Caretas olhando pra tela do lado de cá. Caras de sofrimento. Expressões inconformadas. Pessoas quase arrancando os cabelos. Seria uma briga?

Não. São só os textos, dados e teses/dissertações, mesmo.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Comprovação empírica

São Paulo tem efeito sonífero sobre os pais e mães do Rio Grande.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Da série: cenas da vida a dois

Cena: estava eu, bem bela e fagueira, numa chamada via skype com o Sr. Anônimo, a essas alturas já conhecido de vocês pelos comentários que faz neste blog. Porque, né, namorar a uma distância de setecentos-e-cinco quilômetros não é fácil, e o meu pai não é acionista da Embratel. Enfim. Estávamos no skype, conversando um monte de abobrinha assuntos muito sérios e de fundamental importância para o futuro da nação, quando de repente o Sr. Anônimo emudece. Simplesmente pára de responder.

Olho pra imagem gerada em tempo mais ou menos real pela webcam dele. Constato que ele está levemente inclinado, olhando pra baixo. "Deve estar lendo
aquela porra daquele livro de pragmática alguma coisa", penso eu, na minha santa inocência. Continuo olhando pra tela, sorrindo, confesso, com um certo orgulho de ter um namorado tão esforçado, que mesmo exausto continua trabalhando. E eis que a imagem em tempo mais ou menos real mostra que o Sr. Anônimo deu uma inclinada não muito leve pro lado. E lá ficou.

Eu chamo. Bem baixinho, com aquela vozinha doce que só as namoradas sabem fazer. Nada. Chamo de novo, dessa vez um pouco mais forte. Nada. Continuo chamando em todos os tons e intensidades possíveis durante dez minutos. Sim, queridos colegas de trabalho, eu disse dez minutos. E nada. Ou melhor, minto: Sr. Anônimo fungou, inclinou mais ainda e começou a roncar. Resolvi parar de chamar e ver até que horas ele ia dormir ali sentado naquela posição horrivelmente desconfortável. Até porque não tinha mais nada que eu pudesse fazer.

Eis que, dez minutos depois, Sr. Anônimo abre os olhos. Se endireita na cadeira. E continua falando comigo como se nada tivesse acontecido. Diante disso eu, obviamente, tenho um ataque de riso. Que é seguido do seguinte diálogo:

Esta que vos fala: meu amor, tu pegou no sono.
Sr. Anônimo: eu?
Esta que vos fala: sim!
Sr. Anônimo: claro que não!
Esta que vos fala: amor, tu dormiu, tava todo inclinado aí na cadeira, te chamei um monte de vezes e tu nem ouviu, tava até roncando.
Sr. Anônimo: não, não, não...
Esta que vos fala: ah é? o que é que tu tava fazendo então agora?
Sr. Anônimo: falando contigo, né.
Esta que vos fala: nãããão...
Sr Anônimo: claro que tava, amor.
Esta que vos fala: e do que que a gente tava falando?
Sr. Anônimo: da escada.
Esta que vos fala: (incrédula e segurando um novo acesso de riso) que escada?
Sr. Anônimo: a escada. tinha uma escada, eu ia subir na escada, aí tu me dizia pra não subir.
Esta que vos fala: a gente tava falando de um blog que eu te passei o link. não tinha escada nenhuma na parada. (a essas alturas já morrendo de rir)
Sr. Anônimo: não tinha escada?
Esta que vos fala: só se for lá junto com a pirâmide. (momento piada interna, sorry)
Sr. Anônimo: eu dormi?
Esta que vos fala: sim...

Agora me digam, caros leitores, se eu aguento! Eu tenho um namorado narcoléptico! Isso não tava no contrato!!!

Ok, isso não é uma reclamação (tá, Clark?). Até porque não dá pra reclamar de um cara que, poucos minutos depois, falou que me ama, que eu sou a melhor namorada do mundo e que eu sou a mulher da vida dele. =)


P.S.: A permanência desse post está condicionada à aprovação do Sr. Anônimo. Se ele sumir daqui, vocês já sabem: rolou censura. Podem chamar a imprensa!

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Digressões sobre um mesmo tema

Pois é. Pelo visto não sou só eu que passo por incomodações com pessoas inconvenientes que insistem em se meter onde não são chamadas. Não tá nem perto de servir de consolo (bom mesmo seria se ninguém tivesse que passar por situações dessas), mas ajuda a confirmar a minha teoria: tem muita gente imbecil nesse mundo. Solidariedade, irmã!

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Murphy IV - haja saco MESMO!

Então a pessoa vai estudar na biblioteca. Mesmo com chuva, a pessoa se enche de coragem, de uma capa impermeável, de um guarda-chuva, do seu computador portátil, e vai. A pessoa sai de casa com seu computador portátil carregado, o que lhe dá mais ou menos umas três horas de autonomia. Mesmo assim, a pessoa senta estrategicamente ao lado de uma das colunas com tomada de três pinos na sala de estudos da biblioteca, lá onde há silêncio e ela pode se concentrar. E eis que quinze minutos, eu disse quinze minutos antes de a bateria da pessoa avisar que está fraca e ela precisar tascar o bichinho na tomada, chega uma vaca imbecil sem-noção que, em toda a sua indescritível joselitice, coloca o seu computador portátil pra carregar na tomada que a pessoa pretendia usar.

A pessoa, incrédula, olha para a coluna. Há duas tomadas disponíveis: uma comum e uma de três pinos. O plug do computador portátil da vaca imbecil sem-noção é de dois pinos, logo, caberia perfeitamente na tomada comum. Mas a vaca imbecil sem-noção colocou o plug do seu computador portátil na tomada comum? Nããão, amigos telespectadores, é claro que não. Pra que simplificar a vida dos demais seres humanos, não é mesmo?

A pessoa, que já não estava de muito bom-humor, tem um mini-ataque de fúria e quase voa no pescoço da vaca imbecil sem-noção, mas é contida por seu vigilante irmão. Os dois passam a procurar tomadas disponíveis na sala de leitura. Evidentemente não há nenhuma, pois é horário de pico na biblioteca. Os dois então sobem até o andar superior e vasculham a área de leitura. Sem sucesso. Os dois então descem até o térreo e vasculham a sala de leitura do setor de teses. Novamente, sem sucesso. Por fim, já desesperançosos, encontram um oásis, ou melhor, uma tomada de três pinos. Ao lado do xerox, que é o único lugar barulhento da biblioteca.

Agora pergunta se a pessoa e seu irmão conseguiram estudar mais muito com o falatório. Quase deu vontade de voltar pro calabouço com suas britadeiras e sirenes galopantes.

O problema, minha gente, é que tem muita vaca imbecil sem-noção nesse mundo. E por algum motivo elas adoram se encarnar nesta pobre alma que vos fala.

Que saco!

Já falei sobre isso alhures, mas vou repetir: eu de-tes-to gente inconveniente. Gente que se mete onde não é chamada, sabem?

Pois é. Tem coisas que não é pra ninguém se meter. Todo mundo que tem um mínimo de noção sabe disso. Mas sempre tem uma parcela da população que ignora certas convenções. E se mete onde não é chamada, e da pior, eu disse da pior forma possível.

Ok, a gente respira uma, duas, dez vezes e passa. Deixa pra lá, foi um episódio isolado, decerto agora a ficha cai. Mas é claaaaro que não! A ficha não cai! Lá vem a inconveniência de novo me atazanar. E logo de manhã cedo! Uma manhã que começou tão gostosa...

Das duas uma: ou é total falta de noção mesmo, ou é maldade pura. E se for maldade, é porque aí tem. Ah, tem.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Contrata-se diarista

Dez e meia da noite de um dia cansativo, depois de uma aula maravilhosamente exaustiva, e cá estou, lendo um texto pra tese enquanto descongelo a geladeira e lavo uma tonelada de roupa. Porque não importa o quanto a gente lave, sempre tem uma tonelada de roupa pra lavar. O que implica numa tonelada de roupa pra passar. E o descongelamento da geladeira, claro, implica numa lambança no chão da cozinha, que implica em ter que limpá-la. E já que vamos limpar a cozinha, aproveita e limpa tudo, né? E organiza, porque nem a Faixa de Gaza deve ser tão bagunçada. Aí fica tudo limpinho, ótimo. Por mais ou menos trinta segundos. Gaah!

E aí eu pergunto:
quem é que nessas condições escreve uma tese pra mudar os caminhos da lingüística? Quem é que nessas condições escreve uma tese, ponto? Já cansei de brincar de casinha, quero brincar de outra coisa! Quero brincar de milionária, de gênio da lingüística, de qualquer outra coisa. Deus, cadê os meus milhões? Cadê a minha cobertura com uma vista espetacular e vassalos, muitos vassalos pra fazer as tarefas domésticas enquanto eu trabalho inspirada pela vista espetacular? Quando é que vão inventar a casa auto-limpante? Vejam, eu poderia mudar de área e me dedicar ao desenvolvimento de uma, mas pra isso eu precisaria da infra-estrutura que eu poderia estar desenvolvendo se eu não tivesse uma montanha de roupa pra lavar e uma geladeira pra descongelar.

Aposto que o Chomsky nunca lavou as suas próprias cuecas. A-pos-to!

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Intenção de posts

Eu preciso escrever sobre as pessoas que ficam duas horas tagarelando no celular dentro do ônibus, na maioria das vezes sobre assuntos da sua intimidade (ou, o que é pior, da intimidade alheia). Eu também preciso escrever sobre os babacas que toda semana entopem os tópicos de download das séries que eu acompanho (e provavelmente também os das que eu não acompanho) pra perguntar quando sai a legenda, quando sai o RMVB legendado, se o link de cima já tem legenda, por que a legenda tá demorando pra sair (duas horas depois de o episódio ser transmitido nos Estados Unidos), bla bla bla. Toda semana as pessoas fazem isso, e toda semana os moderadores das comunidades imploram pras pessoas não fazerem isso, explicam que a legenda sai quando sair, que depende de trabalho, que ninguém tá ganhando nada pra fazer as legendas, etc etc etc. E a cena se repete e se repete e se repete.

Os posts vão ter que esperar, porque ultimamente tá foda. Mas fica o protesto. Eu fico vesga de raiva. Juro pra vocês, uma hora dessas eu estouro e mando todo mundo à merda. E tenho dito.

Harry e Sally versão 2.0

Sorry, galera, não tem como encaixar o vídeo aqui, vocês vão ter que clicar no link. Mas eu garanto que vale a pena!

http://www.youtube.com/watch?v=Nd365-tvTpE

Cena do filme A verdade nua e crua, que eu acabei de ver no cinema. Bem bacana, rende umas boas risadas - e outras tantas constatações sobre os homens... E para os que estão se perguntando, a resposta é sim, eu quero essa calcinha que ela tá usando!

Murphy III

Com o insuportável barulho da britadeira ensandecida, a pessoa decide ir trabalhar na biblioteca. Ela permanece lá por algumas horas e então conclui que o pessoal da eterna obra de ampliação do prédio de aulas deve ter encerrado o expediente. A pessoa então retorna ao calabouço, checa seu e-mail, e senta confortavelmente para terminar a leitura de mais um texto. Nesse momento, ouve-se uma sirene ensurdecedora cujo toque perdura por exatos dez excruciantes minutos.

A pessoa, diante disso, tem como única alternativa virar pro lado e convidar seu irmão acadêmico pra pegar um cinema. Porque assim já é demais.

Murphy II

A pessoa se toca de casa pra USP pra trabalhar. Porque se a pessoa fica em casa ela sempre acha com o que se distrair. Então vamos para a paz e tranqüilidade do calabouço, lá onde o calor não chega - nem a luz do sol, mas deixa pra lá.

E aí é claro, mas é óbvio, que tem um cara com uma britadeira ligada bem embaixo da janela do calabouço, impedindo a pessoa de ouvir os seus próprios pensamentos.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Murphy

Só porque eu resolvi lavar roupa depois das 23h a máquina tá parecendo que vai sair voando de tanto barulho!

Começando a semana

Cheeeeeeeeeeeeeeeeeeeeega, sexta-feira!

domingo, 4 de outubro de 2009

Afe!

Eu odeio gente oferecida!

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Pegando no pé

Não é só nesse blog que rolam momentos "don't disturb"... hehehehe.