sexta-feira, 30 de abril de 2010

Notas sobre um mesmo tema

Eu sei que eu já comentei sobre isso em algum momento, mas é claro que hoje eu sentei pra trabalhar na tese e aí dá uma vontade louca de escrever aqui no blog (né, Vida?), então vamos de novo: eu fico pra morrer de raiva com esse povo que fica pedindo legenda nas comunidades das séries! Tudo bem que tem vezes que demora diiiias pra sair a legenda, aí até entendo que um ou outro se impaciente. Mas normalmente se o episódio passou ontem de noite, hoje de manhã já tem um babaca chorando que quer legenda.

Agora, hoje de tarde eu
entrei na comunidade de Flashforward pra ver se já tinha algum link legendado pra baixar eu vi a maior de todas: o episódio tinha acabado de ser transmitido nos Estados Unidos. No tópico de download tinha um primeiro post, postado no máximo meia hora depois da transmissão do episódio na tv, com o episódio separado em várias partes (logo, ainda tinha que alguma boa alma juntar os pedaços num arquivo só mais compacto). E dois minutos depois um singelo post de um animalzinho acéfalo: "legenda aí por favor, mermão".

Ainda bem que eu não sou moderadora de nenhuma dessas comunidades, porque eu ia banir todo mundo sem dó e ainda ia marcar os perfis pra nunca mais deixar entrar na comunidade. Paciência tem limite, e a minha, que já não é muita, anda curtinha assim.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Marasmo

É, eu ando meio com preguiça de postar. Tanta outra coisa pra fazer que eu acabo não me empolgando pra escrever. Mas deixa eu pegar firme na tese de novo (o que deve acontecer por esses dias) e vocês vão ver como isso aqui fica movimentado que é uma beleza!

domingo, 18 de abril de 2010

Sites burros

Então eu fui fazer uma inocente busca por barbeadores no site das Americanas (observação importante: o barbeador não era pra mim). Tentei achar nas categorias que eles colocam ali pra gente, mas não achei em eletroportáteis, nem em eletrodomésticos, nem nada. Aí resolvi digitar na caixinha de busca no site, já imaginando que ia aparecer também os prestobarba da vida. E de fato, apareceu. Os prestobarba, e mais uma série de coisas inimagináveis: coisas sobre o pirata Barba Negra, livros do Barbosa Sobrinho, produtos da Hanna Barbera, Barbies (!) e daí pra frente fiquei até com medo de olhar o que mais podia ter aparecido. Juro. Quinhentos resultados pra minha busquinha de barbeadores, e eu não tou exagerando. Tá bom que deu pra dar umas risadas, mas pô, que motor de busca bocaberta que as Americanas têm! Acho que esse não é o melhor jeito de vender um produto... Ou será que quem compra barbeador também gosta de Barbie?

sábado, 17 de abril de 2010

Psicologia?

Hoje eu lembrei de um post recente lá do Desafeto: como discordar de alguém sem parecer mal-educada? Como discordar e manter as boas relações com alguém? Parece bobo, mas quando só a inocente menção a um assunto já faz uma pessoa ficar com a cara que parece que a gente xingou a mãe dela, imagina então se a gente realmente chega a falar sobre o assunto expondo exatamente o que a gente pensa! Vira a terceira guerra mundial!

Depois eu digo que tem coisa que é melhor deixar quieto e o povo acha que eu é que sou a louca.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Unbefuckin'lievable

Mulheres desse Brasill, leiam isso e me digam se vocês também não afogariam na privada um babaca desses.

Eu morro e não vejo tudo. Graças a deus, porque se me acontece uma dessas, acho que eu matava o infeliz.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Progress report

4 horas = 1 parágrafo. que eu provavelmente vou reescrever.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Lei da compensação

Deus é pai! Abençoada seja Nossa Senhora Mofadora de Bonés!

Um pouco mais de reclamação

Então eu tenho um vizinho/a que fuma. Até aí tudo bem, quem não tem um desses? O problema é que essa pessoa fuma na janela do seu apartamento. Claro, assim a cada dele/a não fica empesteada com cheiro de cigarro. Faz todo o sentido. O problema é que o cheiro vem todo pra dentro da minha casa. Particularmente pra cozinha, em cuja janela fica o varal. No qual eu penduro todas as minhas roupas limpinhas e com cheirinho bom de amaciante. Adivinhem? As roupas que eu penduro cheirosinhas no varal saem de lá como se tivessem saído de dentro de uma balada pré-lei anti-fumo. Hoje mesmo, fui passar roupa e tava tudo fedendo, ainda mais com a atual umidade. E pude constatar também que o meu edredom limpinho recém-chegado da lavanderia também tá muito fedendo a cigarro. Pô, eu não só não fumo como absolutamente detesto cheiro de cigarro aceso, cheiro de cigarro apagado, o cheiro que fica nas roupas, na pele, no cabelo e sabe-deus-onde-mais de quem fuma. Tudo bem que as pessoas têm todo o direito de fumar na casa delas mas é o cúmulo uma pessoa fumar na janela pra sua casa de fumante não ficar empesteada e fedida, e foda-se a casa dos vizinhos que não fumam. Aposto que quem faz isso é a mesma pessoa que deixa o lixo em cima da tampa da lixeira em vez de abrir a mesma e colocar o seu saquinho lá dentro, como todo mundo. Mas pra que, né, se o próximo vizinho que entrar vai se sentir obrigado a fazê-lo? E daí que o corredor inteiro do prédio vai ficar malcheiroso? Ora, tenham a santa paciência!

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Sempre a Lady...

Alguns de vocês hão de lembrar o perrengue que foi conseguir o visto pra ir pra Seattle: demorou pro passaporte ficar pronto, aí a entrevista no consulado pra tirar o visto ficou marcada quase pro dia de viajar, aí demorou tanto pra conseguir a papelada que precisava pra conseguir adiantamento da entrevista no consulado que quando eu finalmente consegui ligar pra remarcar o primeiro dia disponível era o dia em que eu já tinha marcado a minha entrevista. Porque a Lady me ama. Felizmente a Lady me deu uma trégua e o visto foi emitido e o passaporte foi entregue em tempo hábil pra eu entrar no avião.

Aí hoje, depois de saber que eu vou precisar encarar a via sacra do visto americano once again, entrei lá no site do consulado pra ver quantos mil anos anda demorando pra conseguir um agendamento em São Paulo. Acreditem se quiserem: tem entrevista pra daqui a míseros 5 dias. Arram. 12 de abril tem vaga. Claro, eu não tenho como agendar ainda porque me faltam todos os documentos. Claro. Agora quanto vocês querem apostar que no dia em que eu estiver com tudo pronto e entrar de novo no site do consulado a espera vai estar em 45 dias?

terça-feira, 6 de abril de 2010

Só querem se dar bem [2]

Então ontem choveu em São Paulo. E quando chove em São Paulo o trânsito vira um caos. Todo mundo sabe disso. Todo mundo que mora em São Paulo e entra num ônibus em horário de pico sabe que há grandes chances de a viagem não ser curta. Todo mundo que mora em São Paulo e entra num ônibus em horário de pico sabe que há grandes chances de ter que viajar de pé. E todo mundo que mora em São Paulo e entra num ônibus em horário de pico em dia de chuva sabe que essas duas possibilidades aumentam exponencialmente.

Pois é. Agora imaginem um ônibus atolado de gente às sete e dez na Rebouças, indo em direção à Paulista. E imaginem que às quinze pras oito o mesmo ônibus estava tentando entrar na Paulista. Ali bem na curva, entre a Consolação e a Paulista. Trânsito praticamente parado, um milhão de ônibus com um milhão de pessoas querendo descer no primeiro ponto. Aí uma jovem cidadã pede ao motorista pra abrir a porta pra ela descer. Ela está de pé no meio do ônibus. Tem um mar de gente entre ela e a porta. Setenta e cinco por cento desse mar de gente também quer descer no primeiro ponto da Paulista. O motorista não abre a porta. Nossa personagem olha pro rapaz que está do lado dela e dispara "pô, não custava, né?", ao que o rapaz responde "é, não abrir aqui é só de maldade mesmo".

Vamos tirar um momento pra pensar sobre esse singelo diálogo. O motorista tá ali, com duzentos carros, motos e ônibus atravessados tentando se enfiar na Paulista. O ônibus tá exatamente na esquina, já meio virado pra fazer a curva. Tem duzentas pessoas querendo descer do ônibus. Digamos que ele abra a porta. Todas as duzentas pessoas vão querer descer. O sinal vai abrir. Todos os carros, motos e ônibus que estão atrás do nosso ônibus vão começar a buzinar porque querem andar. O motorista não vai poder simplesmente fechar a porta na perna de alguém e arrancar. E se tiver um controlador de tráfego parado por ali, ainda vai tocar uma multa no motorista. Mas é, é maldade dele não abrir a porta.

Me espanta como todo mundo acha que não tem problema violar as leis, desde que seja em seu próprio benefício. Ninguém tá se importando se o motorista tá infringindo uma lei de trânsito ou não, se ele vai se fuder ou não. Raciocínio parecido é o da mulher que levou a planta pra casa: foi o governo que pagou, então é de todo mundo, então não é de ninguém, então é meu porque foi o meu imposto que pagou. E depois reclamam quando os políticos metem a mão no dinheiro público, que também é de todo mundo.

Aposto, mas aposto mesmo que se a guria do ônibus estivesse dirigindo um carro e o ônibus abrisse a porta pra galera descer, ela ia sentar a mão na buzina.

domingo, 4 de abril de 2010

Ten years or so

Impressão minha ou era desde 2001 que não acontecia de estarmos todos os três namorando simultaneamente?