Estou em Marau. Chegamos hoje de manhã. E foi chegar e o pintinho já se grudou em mim e não soltou mais. Beijo, beijo, abraço, nana juntos, aperta bochecha, "dicupa Leo", carinho, guiti, mais beijo, mais abraço, contar história, conversar, nana abraçadinho de novo... Quando eu tou com ele dá até vontade de ter filho, logo eu que não quero nunca ter. Mas com ele sinto vontade. Porque o pintinho é o menininho mais carinhoso do mundo. E ele me ama. De verdade, ele me ama. Só ele me faz tanto carinho assim, só ele me dá esse tanto de atenção. E é por isso que toda vez que eu vou embora daqui fico de coração partido de saudade. Dias e dias, a saudade come solta. Não importa quantas vezes eu olhe as fotos e os filminhos que a gente faz. "Vô tirá foto da Leo. Tic! Ai, que linda!".
E ainda por cima a produção de plural dele confirma a minha hipótese da dissertação!!
2 comentários:
o seu último motivo é o melhor...
hahahaha.
beijos
hahahahaha!
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