terça-feira, 4 de setembro de 2007

A hora da verdade

Daqui a pouco tou saindo pro médico. Finalmente vou descobrir o que tenho. Tosse, tosse, tosse pra caramba, garganta irritada, cansaço, sonolência, sei lá. Pode ser alergia, mas não sei. Também não adianta ficar aqui tentando adivinhar. Só quero melhorar logo, porque tá chato, tou sem ânimo pra trabalhar e tenho que fazer coisas pra segunda.

Sexta vamos pra Marau ver todo mundo. Ver titia grávida de pintinha Isabela. Ver pintinho que quer falar comigo no telefone pra contar que tá chupando pilulito e pedir bala. Cortar cabelo na Solange, a melhor e mais barateira cabeleireira do mundo (mas não vai dar pra ficar ruiva de novo, ela tá sem horário pra pintar). De lá vou direto pra Sampa. Mais 17 horas de viagem. Espero já estar melhor pra viajar.

Na verdade nem quero pensar no que me espera quando voltar pra casa. A casa já tá cheia de lembranças de novo. As mensagens que eu mando, a TIM me diz que não foram entregues, mas eu sempre desconfio que foram e na verdade não tão querendo me responder. O e-mail que eu mandei também ficou sem resposta. Meu olho não sai dos chat logs do icq e do msn. Quando o olho sai, a cabeça ainda assim fica lá, matutando. Não era pra dar errado. Era pra dar certo, certo, certo. É só ler lá nas linhas, nas entrelinhas... Mas eu nem posso fazer nada. Só posso sentar e esperar. Mas nem isso eu sei se é pra eu fazer mesmo ou não.

Como dizem por aí, a esperança é a última que morre. A minha, então, vocês sabem que é highlander até o talo. Mas silêncio mata. Silêncio é foda de agüentar. Por mais forte que eu seja. Imagina lá, em casa, sozinha dia e noite... Mas nem quero pensar quando chegar a hora da verdade. Só espero que não seja na época do GT. Emoção demais pra uma pessoa só.

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