Lendo o blog da Lara eu me dei conta que eu também andava criando um mundo de fantasia pra escapar de certas coisas. Essa coisa de ficar o dia todo ouvindo música, por exemplo. Amo música, mas só faço isso quando tou querendo fugir do mundo.
Triste, essa constatação. Eu sempre tenho esperança de que essas coisas não vão mais acontecer na minha vida.
Na verdade eu acho que tava (tava?) de luto. Um luto diferente, mas luto. Se tudo o que vem por aí doer tanto quanto eu acho que vai doer, acho que nem vou mais sofrer tanto.
Mas ainda não tô pronta pra outra. E ainda não morreu todo o fio de esperança. Nessas horas eu odeio ser brasileira :oP
Triste, essa constatação. Eu sempre tenho esperança de que essas coisas não vão mais acontecer na minha vida.
Na verdade eu acho que tava (tava?) de luto. Um luto diferente, mas luto. Se tudo o que vem por aí doer tanto quanto eu acho que vai doer, acho que nem vou mais sofrer tanto.
Mas ainda não tô pronta pra outra. E ainda não morreu todo o fio de esperança. Nessas horas eu odeio ser brasileira :oP
3 comentários:
pois é leo... todos nos temos uma forma de escape... às vezes é bom e necessário, às vezes passa dos limites.
beijos
Fala, Leonor!!
Lendo esta tua postagem me lembrei do Caio Fernando Abreu... Ele estava SEMPRE ouvindo música e as utilizando como referência para a vida.
Rock'n'Roll guria, nem esquenta!
Abraço,
e é bom um rock'n'roll, né, Moysés!
Postar um comentário