Fiquei um bom tempo sem assistir House, porque só tava passando os episódios que já sei de cor. O que eu tava estranhando, porque Friends não tem episódios inéditos há 4 anos e eu continuo assistindo sempre que possível. Perdi o interesse, eu acho, tanto que até tirei o nome dele do meu "ideal match" do orkut.
Mas eis que hoje assisti o episódio novo da semana, e vou dizer pra vocês: continuo adorando! O House é fantástico! Todo mundo acha ele cruel, malvado, careless e etc etc. Eu não sei se é defeito de fábrica meu, mas eu vejo um monte de coisas boas na personalidade dele. Além de ser divertido, tocar guitarra e piano e curtir rock'n'roll, eu acho que ele é um cara legal e capaz de relacionamentos com outros seres humanos, inclusive mulheres. E, claro, a trilha sonora do seriado é perfeita. Em que outra série um episódio acabaria com "Waiting on a friend"? A música que me despertou todos os dias do semestre passado!
Ok, é bem provável que seja defeito de fábrica meu: além de eu ser incorrigivelmente otimista e sempre achar que todo mundo merece ser feliz, eu sou a campeã de acolher homens problemáticos na minha vida. Quem conhece o meu histórico sabe. No surprise que eu casaria com o House, portanto. No surprise alguns envolvimentos que eu tive. No surprise algumas atitudes muito, muito idiotas, obviamente devidas a essa minha mania na maioria das vezes estúpida de achar que todo mundo merece uma segunda chance (e uma terceira, e uma quarta, e uma enésima).
Conclusão #1: eu sou um Wilson de saias! Mas pelo menos não sou uma obra de ficção (né?) e tou me dando conta de que quebrar padrões é possível e necessário. Inclusive ando ensaiando uns passinhos nessa direção... Se bem que o Wilson também se deu conta de que quebrar padrões é possível, mas será que ele tá quebrando padrões ou tá levando o padrão dele à máximas conseqüências? Esses tempos achei que tava quebrando o padrão mas não tava, o principal tava lá, eu só levei às últimas conseqüências porque tava num momento frágil e acabei não só mantendo o padrão, mas de quebra ainda ignorei todas as leis de ouro que eu tinha sobre "com quem nunca me envolver".
Conclusão #2: eu sou capaz de escrever uma tese sobre o House, sobre os outros personagens, sobre a série, sobre a trilha sonora da série. Sou capaz de escrever uma tese sobre relacionamentos (os meus e os alheios), sobre cinema, música, literatura, trivialidades, a programação da NET... Só não sou capaz de escrever uma tese sobre concordância de número e gênero em passivas, predicativos e DPs! I'm the queen of Procrastinate!!
Agora, cá pra nós: assistir episódio novo do House deitada no sofá, de pantufa, cobertinha e tomando chocolate quente em pleno feriado... Não tem preço.
Mas eis que hoje assisti o episódio novo da semana, e vou dizer pra vocês: continuo adorando! O House é fantástico! Todo mundo acha ele cruel, malvado, careless e etc etc. Eu não sei se é defeito de fábrica meu, mas eu vejo um monte de coisas boas na personalidade dele. Além de ser divertido, tocar guitarra e piano e curtir rock'n'roll, eu acho que ele é um cara legal e capaz de relacionamentos com outros seres humanos, inclusive mulheres. E, claro, a trilha sonora do seriado é perfeita. Em que outra série um episódio acabaria com "Waiting on a friend"? A música que me despertou todos os dias do semestre passado!
Ok, é bem provável que seja defeito de fábrica meu: além de eu ser incorrigivelmente otimista e sempre achar que todo mundo merece ser feliz, eu sou a campeã de acolher homens problemáticos na minha vida. Quem conhece o meu histórico sabe. No surprise que eu casaria com o House, portanto. No surprise alguns envolvimentos que eu tive. No surprise algumas atitudes muito, muito idiotas, obviamente devidas a essa minha mania na maioria das vezes estúpida de achar que todo mundo merece uma segunda chance (e uma terceira, e uma quarta, e uma enésima).
Conclusão #1: eu sou um Wilson de saias! Mas pelo menos não sou uma obra de ficção (né?) e tou me dando conta de que quebrar padrões é possível e necessário. Inclusive ando ensaiando uns passinhos nessa direção... Se bem que o Wilson também se deu conta de que quebrar padrões é possível, mas será que ele tá quebrando padrões ou tá levando o padrão dele à máximas conseqüências? Esses tempos achei que tava quebrando o padrão mas não tava, o principal tava lá, eu só levei às últimas conseqüências porque tava num momento frágil e acabei não só mantendo o padrão, mas de quebra ainda ignorei todas as leis de ouro que eu tinha sobre "com quem nunca me envolver".
Conclusão #2: eu sou capaz de escrever uma tese sobre o House, sobre os outros personagens, sobre a série, sobre a trilha sonora da série. Sou capaz de escrever uma tese sobre relacionamentos (os meus e os alheios), sobre cinema, música, literatura, trivialidades, a programação da NET... Só não sou capaz de escrever uma tese sobre concordância de número e gênero em passivas, predicativos e DPs! I'm the queen of Procrastinate!!
Agora, cá pra nós: assistir episódio novo do House deitada no sofá, de pantufa, cobertinha e tomando chocolate quente em pleno feriado... Não tem preço.
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