Depois de um superalmoço de aniversário com o meu pai no Bixiga, regado a muito vinho e com direito a quentinha garantindo o almoço de amanhã, resolvemos, pasmem, ir ao cinema. O plano era ver o Agente 86, mas como a sessão tava lotada e tinha Gre-Nal às seis e meia, decidimos ver Wall-E. Eu não tava dando nada pelo filme, menos ainda numa sessão dublada às quatro da tarde de um domingo. Sim, crianças, muitas crianças, muitas delas de colo e incapazes de ficarem quietas por dois segundos sequer.
Me surpreendi. O filme é fofo, muito fofo. Já começa muito bom, com uma vinhetinha no estilo "pingüins de Madagascar" que é de rachar o bico. E o filme em si, nossa! As partes que envolvem humanos e lições de moral para a vida, típicas da Pixar (e provavelmente o motivo pelo qual sempre gostei mais da DreamWorks: entretenimento puro, sem objetivos "catequisadores" excessivamente óbvios), não chegam a ser chatinhas, mas não são nada de mais. Faz pensar, claro, mas é same old same old. O que mata a pau são os robôs em suas cenas mudas. Uma delicadeza, uma leveza que te fazem sorrir involuntariamente. Não tem graça nenhuma ficar aqui contando, vocês têm que assistir pra saber como é. Só digo que me identifiquei com o Wall-E em muitos sentidos, e que ninguém deve ir ver o filme esperando "Robôs II".
Amanhã e terça, me aguardam as duras tarefas de traduzir meu resumo do Workshop, pagar meu aluguel (= ficar pobre de vez), limpar a casa, organizar a casa, separar as roupas pra ir pra Goiânia e pra Porto Alegre, ir ao supermercado, bla bla bla. Talvez jantar com o meu pai e ver Agente 86. Me preparar pra essa viagem de terça, física e psicologicamente. Acho que vou ter muito o que contar na volta...
And for the record, o Gre-Nal terminou empatado.
Me surpreendi. O filme é fofo, muito fofo. Já começa muito bom, com uma vinhetinha no estilo "pingüins de Madagascar" que é de rachar o bico. E o filme em si, nossa! As partes que envolvem humanos e lições de moral para a vida, típicas da Pixar (e provavelmente o motivo pelo qual sempre gostei mais da DreamWorks: entretenimento puro, sem objetivos "catequisadores" excessivamente óbvios), não chegam a ser chatinhas, mas não são nada de mais. Faz pensar, claro, mas é same old same old. O que mata a pau são os robôs em suas cenas mudas. Uma delicadeza, uma leveza que te fazem sorrir involuntariamente. Não tem graça nenhuma ficar aqui contando, vocês têm que assistir pra saber como é. Só digo que me identifiquei com o Wall-E em muitos sentidos, e que ninguém deve ir ver o filme esperando "Robôs II".
Amanhã e terça, me aguardam as duras tarefas de traduzir meu resumo do Workshop, pagar meu aluguel (= ficar pobre de vez), limpar a casa, organizar a casa, separar as roupas pra ir pra Goiânia e pra Porto Alegre, ir ao supermercado, bla bla bla. Talvez jantar com o meu pai e ver Agente 86. Me preparar pra essa viagem de terça, física e psicologicamente. Acho que vou ter muito o que contar na volta...
And for the record, o Gre-Nal terminou empatado.
Um comentário:
não tava muito nas pilhas de ver wall-e, mas depois que o rick me convidou pra ir e de ler o teu comentário, acho que vou. se der tempo, vamos marcar algo aqui, a rê tá chegando também. beijo.
Postar um comentário