Subindo a escada rolante do Center 3 com o meu amigo Rey, ouve-se o seguinte fragmento de diálogo, obviamente descontextualizado:
- Fulana tá solteira, viu?
- Ah, mas eu prefiro Beltrana...
- Ué, por quê?
- Porque eu sou racista, lembra?
Nesse momento, seguindo os ensinamentos da nossa grande amiga Lady, um afro-descendentão (viram como eu sou politicamente correta?) dois-por-dois com dreads imensos que estava logo acima da gente na escada vira pra trás com aquele olhar de reprovação.
- Eh... Segundo a minha amiga eu sou racista, lembra? Porque eu moro aqui na Paulista, bla bla bla...
Ok, colega, eu sei que era brincadeira. Mas o nosso amigo afro-descendente não. E não, não adianta remendar...
- Fulana tá solteira, viu?
- Ah, mas eu prefiro Beltrana...
- Ué, por quê?
- Porque eu sou racista, lembra?
Nesse momento, seguindo os ensinamentos da nossa grande amiga Lady, um afro-descendentão (viram como eu sou politicamente correta?) dois-por-dois com dreads imensos que estava logo acima da gente na escada vira pra trás com aquele olhar de reprovação.
- Eh... Segundo a minha amiga eu sou racista, lembra? Porque eu moro aqui na Paulista, bla bla bla...
Ok, colega, eu sei que era brincadeira. Mas o nosso amigo afro-descendente não. E não, não adianta remendar...
4 comentários:
É, mas não pegar daquele "lembra?" que ela não tá falando sério também não tem desculpa.
Quase apanho. E pior: quase apanho em nome da tolerância!
Faz sentido. Queriam acabar com o preconceito. Ninguém falou nada contra a violência.
Tecnicamente, acabar com o preconceiTUOSO!
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