Então a pessoa faz tentativas de ser mais saudável. Já que ela dorme em horários pouco regulares (sic) e nem sempre faz todas as refeições como se deve. Bateu aquela fominha das onze, que nada mais é do que vontade de comer porcaria enquanto eu trabalho. Pensei em esquentar o molho e cozinhar mais uma leva de macarrão, mas aí eu fico sem almoço pra amanhã. Pensei em esquentar só um pouquinho do molho e comer com pão, mas tem meio pãozinho só, e tá reservado pro café da manhã de amanhã. Sim, queridos leitores, esta casa está uma penúria e esta que vos fala está sem tempo de fazer compras.
Levantei então e fui vasculhar a geladeira e os armários pra ver o que se arranjava. Foi quando me deparei com duas singelas maçãs. E lembrei que na minha última ida ao supermercado eu, ciente da minha condição de doutoranda que supre a falta de saber o que fazer com os dados da tese com comida, não comprei nenhuma guloseima, nem um pacotinho da batata da onda, nada. Nem coca zero! Tudo em nome da saúde. Comprei carne, pão, leite, alface, tomate e maçã. Pra quando batesse a fominha das onze.
Sim, Brasil, eu estou nesse momento devorando uma maçã. Aliás, devorando não é o termo exato, estou ingerindo uma maçã interminável e me perguntando por que um pacote de batata da onda não dura tanto assim. Enquanto isso, Sr. Anônimo devora biscoitos waffer recheados de chocolate em frente à webcam. E o filho da puta do meu vizinho está passando no corredor nesse exato momento com uma pizza de alho e óleo quentinha que ele acabou de receber na tele-entrega. Assim, colegas, não há auto-sugestão que funcione!
Levantei então e fui vasculhar a geladeira e os armários pra ver o que se arranjava. Foi quando me deparei com duas singelas maçãs. E lembrei que na minha última ida ao supermercado eu, ciente da minha condição de doutoranda que supre a falta de saber o que fazer com os dados da tese com comida, não comprei nenhuma guloseima, nem um pacotinho da batata da onda, nada. Nem coca zero! Tudo em nome da saúde. Comprei carne, pão, leite, alface, tomate e maçã. Pra quando batesse a fominha das onze.
Sim, Brasil, eu estou nesse momento devorando uma maçã. Aliás, devorando não é o termo exato, estou ingerindo uma maçã interminável e me perguntando por que um pacote de batata da onda não dura tanto assim. Enquanto isso, Sr. Anônimo devora biscoitos waffer recheados de chocolate em frente à webcam. E o filho da puta do meu vizinho está passando no corredor nesse exato momento com uma pizza de alho e óleo quentinha que ele acabou de receber na tele-entrega. Assim, colegas, não há auto-sugestão que funcione!
5 comentários:
Não acredito! Eu também comi maça hoje! Aliás, três...
Que coisa não?! Será que é porque é comestível? hehehe
Já chego pra te dar uma mãozinha...
e, claro, waffers...
Para mim, particularmente, é muito difícil escrever uma tese e me manter magra.
ainda bem que essa é a nossa última, né!
Pensei melhor e voltei para reformular meu comentário: é difícil não engosrdar... Não sou nem nunca fui magra. hihihi
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