Então, meu povo, tudo o que a viagem pra Newark teve de legal, a viagem pra Seattle teve de caótica. Pra começar que o avião começou a embicar pra pista de decolagem e voltou pro "estacionamento" porque tinha um vazamento obscuro. Podia ser fluido hidro-não-sei-o-que e podia ser água. Se fosse o tal fluido, teríamos que que trocar de avião. Uma hora e meia de espera e eu só conseguia pensar na Phoebe ligando pra Rachel e falando que tinha um problema na "filangie" do avião. Quem assistiu a décima temporada de Friends sabe do que eu tou falando.
Bom, no final das contas era água, mas tinha que consertar porque se continuasse vazando a água ia congelar e matar todo mundo lá embaixo a pedradas de gelo. Uma boa forma de destruir a civilização judaico-cristã ocidental, como diria o Rey. Enfim. Fiquei lendo meu "Admirável mundo novo" enquanto o vazamento era consertado. Isso porque eu e o Rey não conseguimos sentar juntos, pegamos dois assentos de meio, obviamente ninguém ia querer trocar com a gente. Pra piorar, pra assistir a tevezinha de bordo tinha que pagar, então a pão-dura aqui desligou a tal tevezinha, e quando o pessoal da companhia decidiu liberar a tevezinha pra todo mundo por conta do transtorno do atraso, adivinha se ela ligou de novo? Claaaro que não. Então fiquei sem ter o que fazer a viagem toda. Assisti um filme e dois episódios de seriado enquanto durou a bateria do Miles e o resto do tempo foi concentrada na minha dor nas costas e no meu nariz ressecado. E na fome. Not nice.
Essa viagem de Newark até Seattle é bem bizarra. A gente saiu de Newark às 10:30, e depois de seis horas de viagem chegamos em Seattle às... 13:30! Detalhe: no Brasil já eram 17:30 e a gente só tinha tomado café da manhã. Chegamos no aeroporto, pegamos as malas, entramos num taxi cujo motorista era um palestino de Jerusalém muito legal que sabia várias coisas sobre o Brasil e ficou fazendo um monte de pergunta. Passamos pela fábrica da Boeing (Duda, lembrei de ti!), vimos os aviões ainda sem asa e sem cauda e sem pintura, e também os famosos 747. Passamos pelos estádios, pela Space Needle e chegamos, US$50 depois, no hotel. Só largamos as malas, atravessamos a rua e comemos nosso very first burger. With bacon and free refils de Coca-Cola, por US$15 incluindo a gorjeta. Não satisfeita, atravessei direto pro Starbucks pra tomar um Moka Tall por US$3,19. Passamos na Apple Store (gigantesca!), na Victoria's Secrets e numa loja que tem nome de farmácia mas que na real é um supermercado. Não tem um pé de alface pra vender, mas tem duas gôndolas inteiras de doces, chocolates e porcarias e claro que eu comprei Altoids e um Kit Kat pra matar a vontade. E pegamos chuva na volta pro hotel, porque né, Seattle chove.
Amanhã eu apresento meu trabalho e, mais descansada, espero poder escolher bem os lugares que eu quero conhecer. Pensei em ir num jogo de baseball ou de futebol americano, quero muito ir na Space Needle e na Original Starbucks. Se der pra fazer um passeio de barco pelos lagos, também tá valendo, mas isso vai depender do tempo e do preço dessa brincadeira. A impressão que eu tive hoje, passando de táxi pela cidade, é que é bem bacana por aqui. A vista aérea na chegada também é bem impressionante. E como pra mim boa parte de conhecer um local e sua cultura é conhecer sua comida, ainda quero comer chicken wings, costeletas, BLT, um tuna melt, tomar milk shake... Já que a minha Nossa Senhora da Mala Extraviada me valeu na vinda, espero que durante a minha estadia me valha a Nossa Senhora da Manutenção do Peso Apesar das Calorias.
Ah, e pros desavisados que tão achando que eu já tou no sanduíche, um esclarecimento: estou aqui por pouquíssimos dias pra participar do LSRL. Na terça de manhã já tou pisando novamente em terras tupiniquins, galera!
Bom, no final das contas era água, mas tinha que consertar porque se continuasse vazando a água ia congelar e matar todo mundo lá embaixo a pedradas de gelo. Uma boa forma de destruir a civilização judaico-cristã ocidental, como diria o Rey. Enfim. Fiquei lendo meu "Admirável mundo novo" enquanto o vazamento era consertado. Isso porque eu e o Rey não conseguimos sentar juntos, pegamos dois assentos de meio, obviamente ninguém ia querer trocar com a gente. Pra piorar, pra assistir a tevezinha de bordo tinha que pagar, então a pão-dura aqui desligou a tal tevezinha, e quando o pessoal da companhia decidiu liberar a tevezinha pra todo mundo por conta do transtorno do atraso, adivinha se ela ligou de novo? Claaaro que não. Então fiquei sem ter o que fazer a viagem toda. Assisti um filme e dois episódios de seriado enquanto durou a bateria do Miles e o resto do tempo foi concentrada na minha dor nas costas e no meu nariz ressecado. E na fome. Not nice.
Essa viagem de Newark até Seattle é bem bizarra. A gente saiu de Newark às 10:30, e depois de seis horas de viagem chegamos em Seattle às... 13:30! Detalhe: no Brasil já eram 17:30 e a gente só tinha tomado café da manhã. Chegamos no aeroporto, pegamos as malas, entramos num taxi cujo motorista era um palestino de Jerusalém muito legal que sabia várias coisas sobre o Brasil e ficou fazendo um monte de pergunta. Passamos pela fábrica da Boeing (Duda, lembrei de ti!), vimos os aviões ainda sem asa e sem cauda e sem pintura, e também os famosos 747. Passamos pelos estádios, pela Space Needle e chegamos, US$50 depois, no hotel. Só largamos as malas, atravessamos a rua e comemos nosso very first burger. With bacon and free refils de Coca-Cola, por US$15 incluindo a gorjeta. Não satisfeita, atravessei direto pro Starbucks pra tomar um Moka Tall por US$3,19. Passamos na Apple Store (gigantesca!), na Victoria's Secrets e numa loja que tem nome de farmácia mas que na real é um supermercado. Não tem um pé de alface pra vender, mas tem duas gôndolas inteiras de doces, chocolates e porcarias e claro que eu comprei Altoids e um Kit Kat pra matar a vontade. E pegamos chuva na volta pro hotel, porque né, Seattle chove.
Amanhã eu apresento meu trabalho e, mais descansada, espero poder escolher bem os lugares que eu quero conhecer. Pensei em ir num jogo de baseball ou de futebol americano, quero muito ir na Space Needle e na Original Starbucks. Se der pra fazer um passeio de barco pelos lagos, também tá valendo, mas isso vai depender do tempo e do preço dessa brincadeira. A impressão que eu tive hoje, passando de táxi pela cidade, é que é bem bacana por aqui. A vista aérea na chegada também é bem impressionante. E como pra mim boa parte de conhecer um local e sua cultura é conhecer sua comida, ainda quero comer chicken wings, costeletas, BLT, um tuna melt, tomar milk shake... Já que a minha Nossa Senhora da Mala Extraviada me valeu na vinda, espero que durante a minha estadia me valha a Nossa Senhora da Manutenção do Peso Apesar das Calorias.
Ah, e pros desavisados que tão achando que eu já tou no sanduíche, um esclarecimento: estou aqui por pouquíssimos dias pra participar do LSRL. Na terça de manhã já tou pisando novamente em terras tupiniquins, galera!
2 comentários:
hehehe... que mico o meu!!
se eu tivesse lido um post-zinho antes... eu saberia!!
bjs! boa estada!
hehehe que nada, tem uma galera desesperada achando que eu já me mudei de vez...
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